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Servidora pública federal,52 anos, solicita isenção de imposto de renda por alienação mental. Apresenta documentação comprobatória de diagnóstico de esquizofrenia paranoide (CID-10 F20.0) estabelecido há 12 anos, com múltiplas internações psiquiátricas. Atualmente em uso de clozapina 400mg/dia e apresentando remissão parcial da sintomatologia positiva, porém com significativo comprometimento funcional (Global Assessment of Functioning [GAF] = 45; WHODAS 2.0 = 78/100 (indicando comprometimento grave) e PANSS evidenciando sintomas negativos proeminentes (subescala negativa = 32/49).
Considerando os parâmetros técnicos estabelecidos para caracterização de alienação mental conforme a Lei 8.112/90 e jurisprudência correlata, o raciocínio pericial mais apropriado para esse caso é:
Servidor público federal,45 anos, é encaminhado para avaliação pericial em contexto de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que apura faltas injustificadas reiteradas e comportamento inadequado no ambiente laboral. Durante a perícia psiquiátrica, constata-se histórico de transtorno bipolar tipo I com múltiplas internações prévias documentadas, apresentando atualmente quadro caracterizado por aceleração psicomotora, grandiosidade, irritabilidade e comprometimento do juízo crítico. Escalas Young Mania Rating Scale (YMRS) = 28/60, Brief Psychiatric Rating Scale (BPRS) = 52/126.
Conforme a Lei 8.112/90 e o Manual de Perícia Oficial em Saúde do Servidor Público Federal (3ª edição/2017), a conclusão pericial mais apropriada para esse caso é:
Servidor público federal,35 anos, analista de sistemas, comparece à perícia oficial em saúde solicitando horário especial por deficiência e caracterização de deficiência para fins previdenciários. Apresenta laudo particular com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 1, realizado há 6 meses. Durante a avaliação, descreve detalhadamente dificuldades na interação social e sensibilidade sensorial, citando literatura científica sobre o tema. Entretanto, a observação clínica evidencia adequação do comportamento social, reciprocidade na comunicação e flexibilidade cognitiva preservada. Histórico social, acadêmico e profissional demonstra excelente desempenho, embora tenha queixas subjetivas importantes. Avaliação neuropsicológica particular apresenta resultados heterogêneos, com preservação da maioria dos domínios cognitivos.
Considerando a Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF) e os parâmetros técnicos para avaliação biopsicossocial da deficiência, a conduta pericial mais apropriada para esse servidor é
Gestante primigesta,29 anos, idade gestacional de 8 semanas, apresenta recorrência de quadro depressivo grave com ideação suicida estruturada. História pregressa evidencia transtorno depressivo maior com remissão completa após uso de fluoxetina 60mg/dia por 2 anos, tendo descontinuado a medicação ao descobrir a gravidez. Escala de Depressão Pós-Parto de Edinburgh = 22/30.
Considerando a história prévia, os riscos da depressão não tratada na gestação e as evidências contemporâneas sobre o uso de psicofármacos no período gestacional, a conduta terapêutica mais apropriada neste momento é
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Paciente feminina,24 anos, é trazida ao serviço de emergência manifestando quadro neuropsiquiátrico subagudo caracterizado por alterações comportamentais proeminentes, disautonomia, movimentos involuntários paroxísticos e disfunção cognitiva flutuante. Apresenta instabilidade autonômica significativa (PA = 170/100mmHg, FC = 135bpm, temperatura = 38.5°C). A investigação evidencia: anticorpos anti-receptor NMDA positivos em título significativo (1:320) no líquor; eletroencefalograma demonstrando atividade delta rítmica organizada.
Considerando a gravidade desse quadro, a necessidade de múltiplas intervenções terapêuticas e a importância do estabelecimento de prioridades no manejo, a conduta mais apropriada é