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Paciente masculino,42 anos, professor universitário, apresenta quadro depressivo em remissão parcial após episódio grave. Mantém queixas significativas de disfunção executiva, documentadas em avaliação neuropsicológica: dificuldade no planejamento e organização de atividades, procrastinação frequente, prejuízo na gestão do tempo e falhas na implementação de rotinas saudáveis. Mantém capacidade intelectual preservada (WAIS-III: QI Total = 125), mas com comprometimento específico em testes de funções executivas (Wisconsin Card Sorting Test: percentil <10; Trail Making Test parte B: z-score -2.3). Demonstra insight e motivação para intervenções de reabilitação.
Considerando as evidências em reabilitação cognitiva e as estratégias de manejo de disfunção executiva, a abordagem terapêutica mais apropriada para esse paciente é
Considerando as evidências em reabilitação cognitiva e as estratégias de manejo de disfunção executiva, a abordagem terapêutica mais apropriada para esse paciente é
Paciente feminina,62 anos, apresenta quadro depressivo grave com características melancólicas e sintomas psicóticos, associado à perda ponderal significativa (IMC atual 16,5). História de múltiplas tentativas terapêuticas, incluindo três classes de antidepressivos em doses e duração adequadas e duas estratégias de potencialização. Escala Hamilton de Depressão = 32/52. Familiar traz documentação de serviço psiquiátrico universitário sugerindo eletroconvulsoterapia (ECT), mas paciente foi orientada em outro serviço a não realizar o procedimento devido a “risco de prejuízo cognitivo irreversível” e “existência de alternativas menos invasivas”.
Considerando as evidências científicas contemporâneas sobre eficácia e segurança da ECT, e os parâmetros técnicos para sua indicação, a conduta mais apropriada para essa paciente é
Considerando as evidências científicas contemporâneas sobre eficácia e segurança da ECT, e os parâmetros técnicos para sua indicação, a conduta mais apropriada para essa paciente é
Paciente do sexo feminino,34 anos, apresenta-se à emergência psiquiátrica manifestando estado misto caracterizado por disforia proeminente, aceleração dos pensamentos e da fala, agitação psicomotora e ideação suicida estruturada. Young Mania Rating Scale (YMRS) = 22/60; Montgomery-Åsberg Depression Rating Scale (MADRS) = 32/60. História pregressa evidencia diagnóstico estabelecido de transtorno bipolar tipo I, com múltiplos episódios prévios e baixa adesão terapêutica. Níveis séricos de lítio indetectáveis.
Considerando esse quadro clínico, a neurobiologia dos estados mistos, a farmacodinâmica dos estabilizadores do humor e as diretrizes contemporâneas de manejo agudo do transtorno bipolar, a estratégia terapêutica farmacológica mais apropriada é:
Considerando esse quadro clínico, a neurobiologia dos estados mistos, a farmacodinâmica dos estabilizadores do humor e as diretrizes contemporâneas de manejo agudo do transtorno bipolar, a estratégia terapêutica farmacológica mais apropriada é:
Paciente do sexo masculino,32 anos, é trazido ao serviço de emergência psiquiátrica manifestando quadro de início súbito (aproximadamente 6 horas) caracterizado por agitação psicomotora intensa, desorganização comportamental, alterações sensoperceptivas e discurso desconexo. Acompanhante refere que o paciente se apresentava previamente sem alterações do humor ou comportamento, quando iniciou consumo de substância estimulante de natureza indeterminada em contexto recreativo. Parâmetros vitais evidenciam: PA 165/100mmHg, FC 125bpm, temperatura axilar 37.8°C, pupilas midriáticas e hiperreflexia generalizada.
Considerando essa apresentação clínica, a neurobiologia das intoxicações agudas e os protocolos contemporâneos de manejo em emergências psiquiátricas, a abordagem terapêutica inicial mais apropriada é a
Considerando essa apresentação clínica, a neurobiologia das intoxicações agudas e os protocolos contemporâneos de manejo em emergências psiquiátricas, a abordagem terapêutica inicial mais apropriada é a
Paciente do sexo feminino,76 anos, com diagnóstico estabelecido de doença de Alzheimer (CDR 2), apresenta intensificação progressiva de manifestações neuropsiquiátricas nos últimos 45 dias. O Inventário Neuropsiquiátrico (NPI) evidencia pontuação significativa em agitação psicomotora (8/12), delírios persecutórios (9/12) e alucinações visuais complexas (6/12). Avaliação clínica descarta delirium sobreposto. Exames laboratoriais, incluindo função tireoidiana, vitamina B12 e neuroimagem, sem alterações agudas.
Considerando-se a farmacoterapia dos sintomas comportamentais e psicóticos na demência (SCPD), e fundamentando-se nas diretrizes contemporâneas de segurança psicofarmacológica em idosos, a abordagem terapêutica mais apropriada para essa paciente é a
Considerando-se a farmacoterapia dos sintomas comportamentais e psicóticos na demência (SCPD), e fundamentando-se nas diretrizes contemporâneas de segurança psicofarmacológica em idosos, a abordagem terapêutica mais apropriada para essa paciente é a