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Leia o caso a seguir.
Paciente de 58 anos, sexo feminino, costureira, natural do Rio de Janeiro, iniciou, há 2 (dois) anos, quadro de dor palmar direita predominante no 1º,2º e 3º dedos. Houve piora recente na intensidade álgica com despertar noturno associado à sensação de formigamento que passaram a interferir nas tarefas cotidianas. Uso crônico de anti-inflamatórios sem melhora. Diabética insulinodependente em tratamento regular há 8 anos. Nega traumatismos ou quedas.
Ao exame físico, obesidade grau I, linfonodomegalias ausentes, sinais vitais normais e sinal de Tinel e Phalen positivos.
Nesse caso, assinale a opção que indica o diagnóstico mais provável.
Paciente de 58 anos, sexo feminino, costureira, natural do Rio de Janeiro, iniciou, há 2 (dois) anos, quadro de dor palmar direita predominante no 1º,2º e 3º dedos. Houve piora recente na intensidade álgica com despertar noturno associado à sensação de formigamento que passaram a interferir nas tarefas cotidianas. Uso crônico de anti-inflamatórios sem melhora. Diabética insulinodependente em tratamento regular há 8 anos. Nega traumatismos ou quedas.
Ao exame físico, obesidade grau I, linfonodomegalias ausentes, sinais vitais normais e sinal de Tinel e Phalen positivos.
Nesse caso, assinale a opção que indica o diagnóstico mais provável.
No eletrocardiograma (ECG), assinale a opção que apresenta o padrão encontrado na síndrome de Brugada.
Avalie o caso a seguir.
Paciente de 75 anos, sexo feminino, hipertensa, dislipidêmica e hipotireoidea com uso regular de medicação. Ex-tabagista, parou há 5 anos e tem carga tabágica de 60 maços/ano. Há 2 meses notou boca seca e que, ao longo do dia, passou a apresentar diplopia e fraqueza nas pernas.
Foi ao oftalmologista que não percebeu nenhuma alteração significativa, foi a clínico que verificou que o exame clínico e laboratorial não tinha alterações significativas. No último mês, evoluiu com piora progressiva do quadro de diplopia e fadiga intensa após atividades do dia a dia.
Nova avaliação médica, com exame neurológico completo, identificou redução da força muscular proximal dos membros inferiores após movimentos repetidos. Durante teste de movimentação ocular extrínseca se queixou de diplopia e apresentou ptose discreta à direita. Reflexos profundos abolidos.
Considerando a hipótese diagnóstica de síndrome miastênica nessa paciente, o quadro descrito deve estar associado à(ao)
Paciente de 75 anos, sexo feminino, hipertensa, dislipidêmica e hipotireoidea com uso regular de medicação. Ex-tabagista, parou há 5 anos e tem carga tabágica de 60 maços/ano. Há 2 meses notou boca seca e que, ao longo do dia, passou a apresentar diplopia e fraqueza nas pernas.
Foi ao oftalmologista que não percebeu nenhuma alteração significativa, foi a clínico que verificou que o exame clínico e laboratorial não tinha alterações significativas. No último mês, evoluiu com piora progressiva do quadro de diplopia e fadiga intensa após atividades do dia a dia.
Nova avaliação médica, com exame neurológico completo, identificou redução da força muscular proximal dos membros inferiores após movimentos repetidos. Durante teste de movimentação ocular extrínseca se queixou de diplopia e apresentou ptose discreta à direita. Reflexos profundos abolidos.
Considerando a hipótese diagnóstica de síndrome miastênica nessa paciente, o quadro descrito deve estar associado à(ao)
Considerando que alguns medicamentos oxidantes, infecções e até alimentos podem desencadear quadros de hemólise em pacientes com deficiência de Glicose-6-folato desidrogenase, assinale a opção que cita os medicamentos mais comumente envolvidos nesse processo.
Paciente de 64 anos, sexo feminino, com história de rebaixamento súbito do nível da consciência. Sem acompanhamento médico regular. Família desconhece comorbidades.
Ao exame apresenta hipertensão arterial (180 x 110 mmHg), ausculta cardíaca sem alterações.
Pensando na hipótese de acidente vascular hemorrágico intraparenquimatoso de etiologia hipertensiva, assinale a opção que indica a topografia cerebral mais comumente afetada.
Ao exame apresenta hipertensão arterial (180 x 110 mmHg), ausculta cardíaca sem alterações.
Pensando na hipótese de acidente vascular hemorrágico intraparenquimatoso de etiologia hipertensiva, assinale a opção que indica a topografia cerebral mais comumente afetada.