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Homem, 34 anos, com diabetes Mellitus tipo 1 há 20 anos, em uso de esquema basal-bólus (uso de insulina de ação prolongada combinado com insulina de ação rápida nas refeições), é admitido na UTI por cetoacidose diabética (CAD) grave secundária à pielonefrite aguda. À admissão, apresenta: glicemia 582 mg/dL, pH arterial 7,04, bicarbonato sérico 6 mEq/L, ânion-gap 26, cetonúria 3+, potássio sérico 5,2 mEq/L, Glasgow 14 (sonolento, mas orientado).
Nesse caso, a sequência de tratamento proposta, para a fase inicial ressuscitativa da cetoacidose diabética, é:
Paciente do sexo feminino, 68 anos, internada na UTI, apresenta IMC de 40 Kg/m2 , é retrognata e necessita de ventilaç?o mecânica invasiva. O seu quadro clínico impossibilita um exame detalhado da orofaringe e pescoço. A avaliação da via aérea superior por ultrassonografia beira-leito pode indicar uma possível dificuldade para intubá-la.
As medidas dos parâmetros de distância da pele a epiglote (DPE), distância hyomental ( DHM) e espessura da língua( EL) que sugerem via aérea difícil são: 
Puérpera teve parto realizado e foi transferida para a UTI. O obstetra relatou ruptura de bolsa amniótica, parto realizado com instrumentos, além de alto risco de hemorragia no pós-parto. Ao exame clínico, apresenta níveis tensionais arteriais (PA) de 90 x 45 mmHg; frequência cardíaca de 115 bpm. É portadora de cateter peridural funcionante; útero contraído; sangramento vaginal de pequena monta no absorvente e sonda vesical de demora com 20 mL de urina clara.
O tratamento intensivo do choque obstétrico e da hemorragia pós-parto é indicado em caso de
Uma paciente de 70 anos está em recuperação de procedimento de colocação de filtro em apêndice atrial esquerdo por via endovascular. Possui histórico recente de fibrilação atrial e acidente vascular encefálico agudo isquêmico. O pósprocedimento é na UTI e a paciente, após 12 horas, começa a queixar-se de dor torácica e falta de ar. Aos exames, apresenta níveis tensionais arteriais de PA de 88 x 45mmHg; eletrocardiograma com baixa voltagem generalizada, sem alterações agudas do segmento ST.
Diante do cenário, assinale a conduta que deve ser realizada. 
Paciente do sexo masculino, 60 anos de idade, interna-se para doar um rim para sua filha que tem diabetes Mellitus tipo 1 e faz hemodiálise há dois anos. Apresenta quadro de Parada Cardiorrespiratória em Atividade Elétrica sem Pulso (AESP), com diagnóstico de embolia pulmonar, sendo submetido à reanimação cardiopulmonar. A equipe de Circulação Extracorpórea (ECMO) é acionada e chega 30 minutos após ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A embolectomia foi realizada, o paciente retorna à UTI e desmama facilmente da ECMO. Porém, torna-se irresponsivo e com sinais de morte encefálica.
Frente ao caso narrado, assinale a afirmativa correta quanto aos sinais de morte encefálica.