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Mulher de 26 anos, sem comorbidades, procura atendimento por cefaleia intensa de início agudo, febre e rigidez de nuca. Apresenta bom estado geral e exame neurológico sem déficits focais. A tomografia computadorizada de crânio é normal. Refere ter sido internada um ano antes por cefaleia intensa e febre, mas os exames de tomografia e ressonância não demonstraram a causa, com resolução espontânea e sem sequelas. A investigação laboratorial atual não evidencia alterações sugestivas de doença autoimune ou inflamatória sistêmica. O exame do líquido cefalorraquidiano mostra pressão de abertura discretamente elevada, pleocitose linfomononuclear, proteínas moderadamente aumentadas, glicose normal e bacterioscopia e culturas negativas.
O diagnóstico mais provável é
Homem de 36 anos apresenta cefaleia progressiva há três semanas, febre baixa, astenia e episódios de vômitos. Nos últimos dias, familiares observaram lentificação do pensamento e sonolência. Ao exame neurológico, apresenta rigidez de nuca discreta e estrabismo convergente à direita com diplopia. A tomografia computadorizada de crânio não evidencia lesão expansiva nem sangramento. Teste sorológico indica positividade para o HIV. O exame do líquido cefalorraquidiano mostra pressão de abertura de 35 cm de água , 90 células/mm³ com predomínio linfomononuclear, proteínas elevadas e glicose reduzida.
O diagnóstico mais provável é 
Homem de 22 anos, previamente saudável, é internado por dor abdominal intensa e difusa, sem sinais de irritação peritoneal, acompanhada de náuseas e constipação intestinal há 4 dias. Evoluiu com dor lombar, parestesias distais e fraqueza progressiva dos membros inferiores, que, em 72 horas, evoluiu para tetraparesia flácida. Durante a internação, a equipe de enfermagem observou urina avermelhada. O exame de urina (EAS) não evidenciou hematúria, leucocitúria ou bacteriúria. Ao exame neurológico, apresentava tetraparesia flácida simétrica, arreflexia generalizada e hipoestesia distal leve.
O diagnóstico mais provável é
Mulher de 24 anos, previamente saudável, procura atendimento por apresentar, há seis meses, parestesias progressivas no quarto e no quinto dedos da mão direita, acompanhadas de dificuldade para manipular pequenos objetos. Ao exame neurológico, há atrofia dos músculos interósseos da mão direita, deformidade em garra do quarto e do quinto dedos, diminuição da força de abdução dos dedos, hipoestesia nesses segmentos e discreto espessamento palpável do nervo na região do cotovelo. Não há lesões cutâneas. O restante do exame neurológico é normal.
O exame complementar mais indicado para confirmar a principal suspeita diagnóstica é a
Uma menina de 5 anos, previamente saudável, é levada ao neurologista por apresentar episódios diários de interrupção súbita das atividades, caracterizados por olhar fixo, perda do contato com o ambiente e automatismos discretos, com duração aproximada de 10 segundos. Após cada episódio, retoma imediatamente suas atividades habituais, sem sonolência ou confusão. O eletroencefalograma evidencia descargas generalizadas de ponta-onda a 3 Hz, desencadeadas pela hiperventilação.
O tratamento de primeira escolha para essa paciente é