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Homem de 70 anos apresentou, há um mês, quadro agudo de hemiparesia, hemianestesia e movimentos involuntários no hemicorpo esquerdo. Após melhora parcial do déficit motor, passou a referir dor intensa, contínua e em queimação em todo o hemicorpo esquerdo, desencadeada até mesmo pelo contato da roupa ou dos lençóis com a pele.
A seguinte síndrome neurológica explica melhor esse quadro clínico:
Homem de 70 anos, submetido há dois anos à ressecção cirúrgica de adenocarcinoma colorretal, passa a apresentar comportamento estranho. Os familiares observam que ele coloca o relógio no braço direito, faz a barba apenas no lado direito do rosto e frequentemente esquece de calçar a sandália do pé esquerdo. Ao exame neurológico, encontra-se lúcido, orientado, sem alterações da memória, da linguagem, da força muscular ou da sensibilidade. O teste do desenho do relógio confirma a hipótese diagnóstica sindrômica. A seguinte síndrome neurológica explica melhor esse quadro clínico: 
Adolescente de 12 anos apresenta discreta escoliose, pés cavos e outros dismorfismos congênitos. É levado ao serviço de emergência após sofrer queimadura no membro superior direito ao encostar acidentalmente em um forno aquecido, sem perceber a dor no momento do acidente. Ao exame neurológico, apresenta sensibilidade tátil preservada em ambos os membros superiores, porém é incapaz de identificar estímulos dolorosos e térmicos. Não apresenta déficit motor. A ressonância magnética da coluna cervical confirmou o diagnóstico.
A síndrome medular que melhor explica esse quadro clínico é a 
Recém-nascido a termo, por parto vaginal complicado por distocia de ombro, apresenta ptose palpebral direita com miose e mão direita, em posição de garra, com importante redução da motilidade dos dedos.
A seguinte síndrome neurológica explica esse quadro clínico:
Mulher de 70 anos, previamente saudável, é admitida na emergência após início súbito de dificuldade para caminhar. Encontra-se consciente e orientada, informando corretamente seu nome e endereço. Refere intenso desequilíbrio para deambular e dificuldade para abrir os olhos. Ao exame neurológico, apresenta oftalmoplegia do III nervo craniano à esquerda, ptose palpebral bilateral, paralisia bilateral da elevação dos olhos e ataxia cerebelar no dimídio direito.
Com base nesses achados clínicos, a síndrome neurológica que melhor explica esse quadro é a