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Homem de 58 anos com diabetes mellitus tipo 2, em tratamento com metformina e empagliflozina, procura o serviço de emergência com queixa de náuseas, dor abdominal difusa e taquipneia nas últimas 24 horas. Sinais vitais: estáveis. Exames arteriais: glicemia: 185 mg/dL; pH: 7,25; bicarbonato: 15 mEq/L; beta-hidroxibutirato: 4,5 mmol/L (normal: < 0,6); hiato aniônico: 12 mEq/L (normal: 8 a 16).
Com base nos dados apresentados e nas mais recentes diretrizes internacionais para o manejo das emergências hiperglicêmicas, é correto afirmar:
Homem de 74 anos com histórico de hipertensão, dislipidemia e diabetes mellitus tipo 2 dá entrada no pronto- -socorro queixando-se de dispneia, sudorese e “pressão no peito” há 6 horas. Seus medicamentos incluem doses máximas de metformina, anlodipino, sinvastatina e lisinopril. Ao exame físico: está visivelmente dispneico e parece desconfortável em repouso; turgência jugular 2+/4; frequência cardíaca: 98 bpm; pressão arterial: 182 x 118 mmHg; saturação de oxigênio: 88% em ar ambiente; pulsos palpáveis e simétricos; não há sopro cardíaco; crepitações até metade dos campos pulmonares. Eletrocardiograma: ritmo sinusal com sobrecarga ventricular esquerda.
Além de iniciar diurético intravenoso, é correto afirmar que a conduta indicada para o tratamento farmacológico intravenoso é administrar
Homem de 42 anos apresenta dispneia com piora gradual nos últimos 9 meses. Não há outros sinais ou sintomas e o histórico médico é notável por artrite reumatoide de longa data. Ele também refere ter sofrido um acidente de trânsito há, aproximadamente, 1 ano. Ao exame físico: bom estado geral; há macicez à percussão em base de hemitórax esquerdo; o restante do exame é normal. A radiografia confirma um derrame pleural à esquerda. A toracocentese diagnóstica é realizada e revela: líquido turvo; nível de proteína de 3,5 g/dL; nível de triglicerídeos: 240 mg/dL.
Nesse contexto, a hipótese diagnóstica é
Homem de 57 anos apresenta-se para acompanhamento de rotina de diabetes mellitus tipo 2. Ele também tem hipertensão, hiperlipidemia e obesidade. O tratamento atual é: metformina (2.000 mg/dia); empagliflozina (25 mg/dia); insulina degludeca (40 UI/dia); olmesartana (40 mg/dia); atorvastatina (80 mg/dia). Não há histórico de angina, dispneia ou eventos cardiovasculares, nem tabagismo ou etilismo. Pressão arterial: 128 x 83 mmHg; IMC: 32 kg/m2 . Exames séricos atuais: hemograma: normal; creatinina: 1,2 mg/dL; hemoglobina A1c: 7,1%; colesterol total: 209 mg/dL; HDL: 38 mg/dL; LDL: 109 mg/dL; triglicerídeos: 312 mg/dL; aspartato aminotransferase: 82 U/L; alarina aminotransferase: 68 U/L. Relação albumina/creatinina urinária: < 30 mg/g.
Com base nos dados apresentados, é correto afirmar que o conduta indicada para o manuseio desse paciente é
Mulher de 75 anos apresenta queixa de dor interfalangiana distal (IFD) nos dedos indicadores de ambas as mãos há 6 meses; ela nota algum inchaço e calor e esses sintomas parecem estar piorando constantemente. Refere rigidez nessas articulações, por cerca de 45 minutos, todas as manhãs, e então elas doem quando ela as flexiona. O histórico pessoal ou familiar de psoríase, espondilite anquilosante ou doença inflamatória intestinal é negativo. O exame físico mostra uma mulher saudável com edema, calor e leve eritema nas IFD dos dedos indicadores bilateralmente; há perda de espaço articular, restrição da amplitude de movimento e um leve desvio lateral da falange distal bilateralmente.
Segundo o exposto, qual achado radiográfico é fortemente associado à doença de base dessa paciente?