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Dr Inácio é MFC da UBS Distrital e está atendendo dona Cláudia, que comparece para realizar seus exames de rotina. Segue abaixo as informações prestadas para o atendimento:

Cláudia tem 27 anos, mora com seu parceiro há 3 anos, tem 1 filha de 2 anos e 5 meses. Nega comorbidades, faz uso de anticoncepcional oral, ciclo menstrual regular, nega etilismo e tabagismo. Relata que sua mãe tem 52 anos e está em tratamento de câncer de útero e que seu pai tem 58 anos e tem problema de diabetes e colesterol e que bebia muito e era muito “mulherengo”, mas quando descobriu o diabetes passou a se cuidar. Há 6 meses fez exames laboratoriais de rotina e sua glicemia de jejum estava 82mg/dL, mas como ela come doce diariamente, tem medo de ter diabetes também.
Diante dessas informações, Dr Inácio solicita para ela apenas a realização do exame de prevenção do colo de útero. Ela então questiona sobre investigar diabetes melitus também e ele explica que não teria necessidade.

Sobre a situação anterior, é correto afirmar que:
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Dentre as competências do Médico de Família e Comunidade (MFC), temos a Organização dos processos de trabalho e a Gestão da clínica. Baseado nesse quesito, podemos afirmar que o MFC precisa:

( ) Avaliar as tecnologias de gestão da clínica para lidar com fatores como pressão assistencial, frequentação, lista de pacientes, estratificação de risco e/ou vulnerabilidade.
( ) Dominar o manejo do paciente hiperfrequentador, gerindo problemas de saúde simultâneos por meio da identificação, exploração, negociação, aceitação e estabelecimento de prioridades.
( ) Avaliar a rede de assistência à saúde e a função dos seus componentes em relação à Atenção Primária.
( ) Gerenciar os fluxos de resultados de exame.
( ) Dominar os sistemas de informação vigentes no SUS e analisar os dados disponíveis a fim de avaliar as ações de saúde e realizar planejamento em saúde.
( ) Dominar a gestão da agenda, realizando consultas individuais, grupais, visitas domiciliares, consultas agendadas e não agendadas, e tarefas administrativas.

Em relação as afirmações, assinale a alternativa que contemple a sequência, de cima para baixo, correta:
Clara,16 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 há cinco anos, comparece à consulta de rotina com queixas de episódios frequentes de cefaleia matinal, sudorese fria noturna e sensação de cansaço ao despertar. Relata que, frequentemente, apresenta hiperglicemia em jejum, com valores entre 180 e 210 mg/dL. Sua hemoglobina glicada recente está em 7,4%. Está em uso de esquema basal-bolus, utilizando insulina glargina U100 à noite e insulina lispro antes das refeições. Clara afirma que sua última refeição acontece por volta das 21 horas. Está em bom estado geral e não apresenta outras queixas ou comorbidades associadas.
Considerando as manifestações clínicas e os achados glicêmicos da paciente, aponte a estratégia terapêutica mais indicada para a correção do problema apresentado pela paciente, sem prejuízo no seu controle glicêmico diário:
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Marlene,58 anos, comparece à unidade de saúde com queixa de visão turva, cansaço e episódios frequentes de infecções geniturinárias nos últimos três meses. Tem histórico familiar de diabetes mellitus tipo 2, é sedentária, tem IMC de 31,2 kg/m² e pressão arterial controlada com uso de losartana. Refere alimentação desregulada, com consumo frequente de carboidratos simples. Os exames solicitados mostraram glicemia de jejum de 132 mg/dL, hemoglobina glicada (HbA1c) de 6,8% e glicemia de 1 hora no teste oral de tolerância à glicose (TTGO) de 211 mg/dL. Nega perda de peso recente. Os níveis de peptídeo C estavam elevados.
Com base no caso clínico apresentado, selecione a afirmativa que melhor explica o distúrbio metabólico identificado, considerando os dados clínicos e laboratoriais:
Carlos,62 anos, comparece ao ambulatório de pneumologia relatando tosse crônica há quatro anos, acompanhada de expectoração matinal diária. É extabagista com carga tabágica de 40 maços-ano, tendo cessado o tabagismo há 3 anos. Refere episódios de falta de ar aos esforços moderados e infecções respiratórias de repetição, com necessidade de antibioticoterapia em duas ocasiões no último ano. Nega sintomas noturnos ou despertares com dispneia. Ao exame físico, apresenta murmúrio vesicular universalmente presente, com algumas roncos e sibilos esparsos, mais acentuados na expiração. A espirometria revelou padrão obstrutivo com relação VEF1/CVF reduzida, sem resposta significativa ao broncodilatador. Foi realizada radiografia de tórax, sem alterações significativas além de hiperinsuflação pulmonar.
Com base no caso clínico apresentado, selecione a afirmativa que melhor caracteriza o quadro respiratório do paciente e os elementos clínicos que o sustentam: