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Uma mulher de 38 anos comparece à consulta na Clínica de Endocrinologia queixando-se de fadiga extrema, sonolência excessiva durante o dia e ganho de peso de aproximadamente 4 kg nos últimos três meses, apesar de manter o mesmo padrão alimentar e nível de atividade física. Relata também constipação intestinal nova, pele notavelmente seca e episódios de irregularidade menstrual (aumento do fluxo). Ao exame físico, apresenta-se com fácies infiltrada (leve edema facial), pele fria, cabelos escassos e quebradiços. Ritmo cardíaco regular com frequência cardíaca de 54 batimentos por minuto (bradicardia) e pressão arterial de 130x85 mmHg. A palpação da tireoide revela uma glândula discretamente aumentada de tamanho, de consistência firme e indolor. Os exames laboratoriais iniciais solicitados demonstram:
- TSH: 18,5 mUI/L (Valor de Referência: 0,4 a 4,5 mUI/L).
- T4 Livre: 0,5 ng/dL (Valor de Referência: 0,7 a 1,8 ng/dL).
- Anticorpos Anti-peroxidase (Anti-TPO): Altamente elevados.
Considerando o quadro clínico e laboratorial apresentado, assinale a alternativa que indica o diagnóstico CORRETO e a conduta terapêutica inicial mais adequada: 
Paciente masculino, 52 anos, motorista de caminhão, natural e procedente de São Paulo, comparece à consulta na Unidade Básica de Saúde para exames de rotina. Relata ser sedentário, ter histórico familiar de hipertensão (pai e mãe) e manter uma dieta rica em sódio devido às refeições na estrada. Nega tabagismo, mas consome bebidas alcoólicas nos finais de semana. É assintomático do ponto de vista cardiovascular.
Exame Físico: - Pressão Arterial (PA): 152 x 94 mmHg (braço direito) e 150 x 96 mmHg (braço esquerdo), aferidas com técnica adequada após 5 minutos de repouso.
- Frequência Cardíaca: 78 bpm, ritmo regular em 2 tempos, sem sopros. - Índice de Massa Corporal (IMC): 29,4 kg/m² (sobrepeso).
- Fundoscopia e exame físico segmentar sem outras alterações significativas.
Considerando o caso clínico e as diretrizes vigentes de Hipertensão Arterial Sistêmica, assinale a alternativa INCORRETA: 
Um paciente de 65 anos, tabagista ativo (40 maços/ano), comparece à consulta queixando-se de dispneia progressiva aos esforços (mMRC 2) e tosse crônica com expectoração. A espirometria revela um volume expiratório forçado no primeiro segundo/capacidade vital forçada (VEF1/CVF) de 0,55 após o uso de broncodilatador. Com base nas diretrizes para DPOC e na correlação clínica/funcional, assinale a alternativa CORRETA.
Obs.: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo (VEF1), Capacidade Vital Forçada (CVF), o índice BODE é uma ferramenta utilizada para avaliar o prognóstico de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e índice de massa corporal (IMC). 
História Clínica: Paciente masculino, 42 anos de idade, analista de sistemas, comparece ao consultório com queixa de dor na região posterior do pescoço (cervicalgia) há cerca de dois meses, com piora progressiva. Ele relata que a dor se intensifica ao final do dia de trabalho em frente ao computador e melhora parcialmente com o uso de analgésicos comuns. Nas últimas duas semanas, começou a notar uma sensação de formigamento (parestesia) que irradia pelo membro superior esquerdo, atingindo a face lateral do antebraço e o primeiro e segundo dedos (polegar e indicador). Nega traumas recentes ou febre.
Exame Físico: - Inspeção: Protrusão da cabeça e aumento da cifose torácica.
- Palpação: Presença de pontos-gatilho (trigger points) dolorosos nos músculos trapézio superior esquerdo e elevador da escápula.
- Amplitude de Movimento (ADM): Limitação dolorosa para a extensão e para a inclinação lateral esquerda da cabeça.
Testes Específicos: - O Teste de Spurling (compressão foraminal) foi positivo para o lado esquerdo, reproduzindo a dor irradiada e as parestesias no membro superior. O teste de distração cervical aliviou os sintomas.
Exame Neurológico: - Redução de força discreta (grau 4/5) na flexão do cotovelo esquerdo e hiporreflexia do reflexo estilocorradial (braquiorradial) esquerdo. Diminuição da sensibilidade dolorosa e tátil no dermátomo correspondente.
Com base nos dados clínicos, qual é a principal hipótese diagnóstica estrutural e a raiz nervosa acometida?
História Clínica: Paciente do sexo feminino, 63 anos, costureira aposentada, comparece à consulta médica queixando-se de dor mecânica em ambos os joelhos e nas mãos há cerca de 4 anos. Relata que a dor piora ao caminhar distâncias longas, subir escadas e ao final do dia. Refere rigidez nas articulações afetadas logo ao acordar, com duração de aproximadamente 15 minutos, que melhora com a movimentação.
Exame Físico: - Paciente apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) de (32 kg/metro quadrado). Notam-se nós rígidos e indolores nas articulações interfalangeanas distais (nódulos de Heberden) e interfalangeanas proximais (nódulos de Bouchard) bilateralmente. À palpação dos joelhos, há presença de crepitação articular à flexo-extensão ativa e passiva, sem sinais de calor local ou eritema importante.
Exame Radiográfico (Joelhos): - Estreitamento assimétrico do espaço articular fêmoro-tibial, presença de osteófitos marginais e esclerose do osso subcondral.
Com base no quadro clínico, exame físico e achados radiográficos apresentados, qual é o diagnóstico mais provável para esta paciente?