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Paciente de 1 ano de idade, internado na UTI, apresenta bradicardia 40 bpm e pressão arterial normal, sem sinais de má perfusão enquanto dormia. Nesse caso, deve-se realizar
O Escore Phoenix de Sepse (EPS) foi introduzido na prática clínica há pouco tempo e muitos pontos permanecem ainda sob avaliação. Em relação ao uso desse escore, assinale a alternativa correta.
Pacientes com PARDS devem ser ventilados com as recomendações PALICC 2. Qual é a recomendação correta quanto ao ajuste de parâmetros para realizar uma ventilação protetora?
Paciente de 5 anos, em tratamento por otite média aguda há 3 dias, é admitido consciente, gemente, TpT 36,4 ºC, hidratado, corado, FC: 160 bpm, FR: 30 ipm, pressão arterial aferida por manguito: 70×40 mmHg, SatO2: 94% ar ambiente com curva pletismográfica de variação ampla no oxímetro, acianótico, anictérico, dispneico, pele pálida, sudoreica e rendilhada. Apresenta pulsos periféricos finos, má perfusão periférica com tempo de enchimento capilar > 5 segundos. Ausculta pulmonar limpa e abdômen normal ao exame físico.

O diagnóstico e a droga vasoativa de escolha são, respectivamente,
Paciente é admitido em insuficiência respiratória, taquicárdico, taquidispneico, com cianose discreta. Ao exame físico pulmonar, encontramos: expansibilidade assimétrica com HTD expandido e pouco móvel, ictus desviado na linha axilar anterior esquerda, murmúrio vesicular desigual, sem ruídos adventícios, globalmente diminuído no HT direito e abolido na base pulmonar direita. Na percussão pulmonar, a base pulmonar direita apresenta macicez em quanto campo médio e ápice direito estão hipertimpânicos. Qual o seu diagnóstico?