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A probabilidade pré-teste de doença arterial coronariana (DAC) obstrutiva pode ser estimada com base na idade, no sexo e no sintoma predominante.
A tabela a seguir apresenta os resultados de estudos epidemiológicos populacionais referentes a essa probabilidade (%), para pacientes com dor torácica ou dispneia.

Imagem associada para resolução da questão

Os exames adicionais para investigação de DAC poderiam ser inicialmente postergados no seguinte perfil clínico:
Em pacientes com dor torácica avaliados em unidades de emergência, a seguinte característica aumenta mais a probabilidade de síndrome coronariana aguda:
O diabetes mellitus tipo 2 está associado a um padrão característico de dislipidemia, cujos componentes se relacionam de forma independente ao risco de doença cardiovascular aterosclerótica.

Assinale a opção que não corresponde a um achado típico desse perfil lipídico.
Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas. Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.

Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.
A conduta terapêutica inicial mais adequada para o caso, entre as citadas a seguir, seria: