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Homem, de 75 anos, portador de fibrilação atrial permanente, é hipertenso e usa rivaroxabana. Não é tabagista nem diabético. Apresenta infarto agudo do miocárdio, sem supradesnivelamento do segmento ST, sendo tratado com angioplastia de artéria descendente anterior e artéria coronária direita, não tendo lesões residuais. Após início de estatina, atinge LDL menor que 40 mg/dL.

Qual a orientação correta em relação ao uso de AAS, clopidogrel e anticoagulante na internação, entre um mês e um ano e após um ano do evento, respectivamente?
Quatro semanas após infarto agudo do miocárdio, um paciente apresenta LDL de 65 mg/dL apesar do uso de rosuvastatina (40 mg pelas manhãs).

Qual a estratégia mais adequada em relação ao LDL?
Na avaliação pré-implante percutâneo de valva aórtica, qual parâmetro está relacionado ao risco de bloqueio atrioventricular pós-procedimento?
A anemia hemolítica autoimune (AHAI) consiste em um grupo de doenças cuja característica comum é a presença de autoanticorpos direcionados para as glicoproteínas de membrana adsorvidas na superfície dos eritrócitos, diminuindo o tempo de sobrevida dessas células por meio de sua remoção da circulação pelos macrófagos do sistema retículo-endotelial. O tipo de resposta imune contra as hemácias pode ocorrer de duas formas: “a quente” e “a frio”. Com relação à anemia hemolítica autoimune a frio, é correto afirmar:
Paciente, masculino, 72 anos, com histórico de fibrilação atrial crônica em uso de marevan, chega ao pronto-socorro com quadro de hemorragia digestiva alta e hipotensão. Exames laboratoriais iniciais revelam INR = 5,5. Por indisponibilidade de concentrado de complexo protrombínico, foram prescritas três unidades de plasma fresco congelado, e, após a infusão da segunda unidade, paciente apresentou prurido, tosse e rouquidão.

Considerando o exposto, qual a reação mais provável nesse paciente.