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Um homem de 32 anos, com histórico de sofrimento psíquico grave, crises recorrentes, isolamento social progressivo e interrupções frequentes do tratamento, é acompanhado por uma psicóloga em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Após episódio recente de desorganização comportamental, a família solicita internação psiquiátrica prolongada, afirmando que o usuário “não consegue viver em sociedade”. Durante avaliação da equipe multiprofissional, observa-se que o paciente mantém períodos de estabilidade parcial, preserva vínculos familiares e demonstra interesse em retornar a atividades laborais quando adequadamente acompanhado.

Com base nos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Reforma Psiquiátrica brasileira, a conduta coerente diante da situação descrita é 
Em um serviço de saúde mental infantojuvenil uma psicóloga acompanha dois adolescentes de 13 anos. O primeiro apresenta retraimento intenso, sensação de irrealidade, episódios de desorganização psíquica diante de separações e grande dificuldade em manter um senso estável de si. A história de desenvolvimento revela longos períodos de indisponibilidade materna nos primeiros meses de vida, em contexto de grave depressão pós-parto e sucessivas rupturas nos cuidados primários. O segundo adolescente apresenta furtos recorrentes na escola, mentiras frequentes, agressividade e desafios persistentes à autoridade. Os pais relatam que, após os 6 anos, houve importante ruptura ambiental, incluindo conflitos familiares, trocas de cuidadores e perda abrupta de um vínculo afetivo significativo, precedidos por um período inicial de desenvolvimento considerado satisfatório.

Com base na visão de Winnicott, pode-se entender que
Uma psicóloga escolar acompanha um menino de 11 anos encaminhado pela coordenação pedagógica após mudanças recentes no comportamento. Antes confiante e participativo, passou a demonstrar insegurança diante de tarefas escolares, evita atividades em grupo nas quais acredita poder “errar na frente dos outros”. Em casa, os pais relatam que o filho demonstra forte preocupação em “não decepcionar” professores e familiares, além de irritação crescente no momento em que percebe desempenho insatisfatório quando comparado ao dos colegas.

Com base na teoria psicossocial de Erik Erikson, o entendimento adequado para a situação descrita é compreender que o menino vivencia um conflito relacionado ao estágio de
Em um serviço de acolhimento institucional, uma psicóloga acompanha um bebê de 14 meses que, apesar de receber cuidados físicos adequados, apresenta redução progressiva do contato visual, diminuição do interesse pelo ambiente, episódios frequentes de apatia e atraso no desenvolvimento emocional. Os cuidadores relatam que a criança passou por repetidas trocas de responsáveis e raramente estabelece vínculos consistentes e estáveis. Não há indícios de doença neurológica ou síndrome genética.

À luz da concepção de Spitz sobre o impacto das relações precoces no desenvolvimento, a interpretação adequada para o quadro descrito é
Uma psicóloga escolar acompanha uma criança de 5 anos, sem indícios de transtorno do neurodesenvolvimento ou prejuízo global da comunicação, matriculada na Educação Infantil, cujos pais relatam preocupação porque o filho “não gosta de brincar com outras crianças”, costuma impor regras rígidas às brincadeiras e apresenta crises de frustração quando os colegas modificam o jogo. Na escola, a professora observa que a criança participa das atividades coletivas, mas demonstra dificuldade para negociar papéis, compartilhar materiais e compreender perspectivas divergentes. Em reunião de orientação, os pais afirmam que costumam resolver conflitos pelo filho para evitar sofrimento emocional e frequentemente adaptam as brincadeiras familiares às exigências da criança.

Com base na teoria do desenvolvimento cognitivo de Piaget, a orientação adequada aos pais diante desse quadro é