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Em um grupo terapêutico para adolescentes, uma jovem de 16 anos relata frequentes conflitos com a mãe, descrevendo- -a como “controladora” e “incapaz de entender o que eu sinto”. Ao explorar uma situação recente de discussão, o terapeuta propõe a dramatização da cena com auxílio de outros participantes. Após alguns minutos, interrompe a encenação e solicita à adolescente que continue a cena assumindo a posição ocupada pela personagem materna, reagindo às falas anteriormente dirigidas à mãe. A partir dessa experiência, a jovem passa a reconhecer aspectos emocionais do conflito que antes não havia considerado.

Segundo a teoria e a técnica do psicodrama, a intervenção realizada pelo terapeuta teve como principal finalidade
Um adolescente de 15 anos, atendido em psicoterapia, apresenta preocupação excessiva e persistente com desempenho escolar, amizades e saúde dos pais. O jovem refere dificuldade para dormir, tensão muscular e pensamentos frequentes como: “Se eu tirar uma nota ruim, meu futuro estará arruinado” e “Se minha mãe demorar para responder uma mensagem, algo grave aconteceu”. Durante as sessões, a terapeuta pede que ele registre situações que desencadeiam ansiedade, identifique pensamentos automáticos e examine evidências favoráveis e contrárias às suas interpretações, construindo formulações alternativas mais realistas.

Com base nos princípios da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é correto afirmar que a principal técnica empregada pela terapeuta é a
Após o nascimento do irmão mais novo, uma menina de 5 anos é encaminhada para psicoterapia. Nas brincadeiras, a criança alterna momentos em que descreve a mãe como “a melhor do mundo” e outros em que afirma que ela “não gosta mais de mim” e “merece desaparecer”. Em uma sessão, após destruir um desenho da mãe durante a brincadeira, demonstra tristeza e pergunta à terapeuta se seria possível “consertar” o desenho para que a mãe “não fique machucada”.

À luz da teoria de Melanie Klein, é correto afirmar que a situação clínica sugere principalmente:
Uma criança de 8 anos é encaminhada para psicoterapia após mudanças comportamentais ocorridas depois da separação dos pais. Durante as sessões, a criança frequentemente brinca com bonecos representando um “vilão muito bravo” que destrói objetos, ameaça outros personagens e é descrito como “o culpado de tudo”. Quando questionada sobre quem seria esse personagem, responde: “Não sou eu, é ele que é mau”.

Com base nos mecanismos de defesa do ego na infância, é correto afirmar que o funcionamento psicológico descrito sugere predominantemente:
Um adolescente de 15 anos é encaminhado a um ambulatório de saúde mental após piora importante do funcionamento escolar e social nos últimos meses. O jovem apresenta humor deprimido, ansiedade intensa, dificuldades importantes de regulação emocional, baixa tolerância à frustração e conflitos familiares recorrentes após separação parental conflituosa. Embora verbalize sofrimento significativo, demonstra pouca capacidade de reflexão sobre estados internos, dificuldade para elaborar conflitos emocionais complexos e necessidade frequente de orientação concreta diante de problemas cotidianos. Não há sinais de desorganização psicótica.

Diante do quadro apresentado, a modalidade psicoterápica adequada para dar início ao atendimento do jovem é a