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Em um ambulatório-escola, uma psicóloga atende, em terapia, uma família composta por mãe, padrasto e um adolescente de 15 anos encaminhado após conflitos frequentes em casa, episódios de agressividade verbal e recusa persistente em seguir regras familiares. Nas primeiras sessões, observa- -se comunicação caótica, interrupções constantes, fronteiras familiares pouco definidas e dificuldade dos membros em estabelecer acordos mínimos de convivência. A terapeuta considera diferentes possibilidades de manejo clínico quanto ao grau de estruturação das intervenções.

Tendo em vista os desenvolvimentos mais recentes da terapia familiar, é correto afirmar que, nesse caso,
Um menino de 9 anos é encaminhado para avaliação por uma psicóloga. A criança frequentemente interrompe a aula com comentários inadequados, brincadeiras excessivas e falas em voz alta. A professora relata que costuma repreendê-lo diante da turma e encaminhá-lo à coordenação, momento em que o aluno geralmente sorri e parece satisfeito. Ao observá- -lo em sala de aula, a psicóloga percebe que os comportamentos disruptivos ocorrem principalmente durante tarefas acadêmicas mais difíceis e são frequentemente seguidos de atenção intensa dos adultos e afastamento temporário das atividades escolares.

À luz da Análise do Comportamento, a compreensão adequada da situação descrita é
Uma psicóloga de orientação psicanalítica acompanha uma mulher de 29 anos em psicoterapia há cerca de seis meses. Nas últimas sessões, a paciente passou a demonstrar irritação crescente diante de pequenos atrasos da terapeuta, afirmando sentir-se “deixada de lado”, além de alternar momentos de intensa idealização com críticas severas à profissional. A terapeuta, por sua vez, percebe-se progressivamente ansiosa antes dos atendimentos, com forte desejo de tranquilizar a paciente e justificar repetidamente suas atitudes, sentindo-se culpada ao final das sessões.

Assinale a compreensão adequada da situação descrita à luz da teoria psicanalítica mais atual.
Após sucessivas interrupções de tratamento, um homem de 24 anos é encaminhado para um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). O paciente apresenta impulsividade intensa, episódios frequentes de agressividade, abuso de substâncias, baixa tolerância à frustração e importante dificuldade em refletir sobre estados emocionais, atribuindo seus problemas exclusivamente à ação de terceiros. Durante as entrevistas com a psicóloga que o atende, demonstra dificuldade em estabelecer vínculo terapêutico consistente e comparece de forma irregular aos atendimentos, frequentemente em estado de intoxicação.

No que se refere às indicações e contraindicações da psicoterapia de orientação analítica, a compreensão adequada para o caso é
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), uma psicóloga acompanha um adolescente de 16 anos encaminhado pela escola após queda importante no rendimento acadêmico, retraimento social e irritabilidade crescente. Durante os atendimentos, o jovem relata que, após receber nota baixa em uma prova, passou a pensar: “Sou incapaz, nunca vou conseguir fazer nada direito”. Afirma ainda evitar sair com amigos porque acredita que “ninguém realmente se importa” e refere pessimismo intenso em relação ao futuro, dizendo que “não adianta tentar, porque nada vai melhorar”.

À luz do modelo cognitivo de Aaron Beck para depressão, é correto afirmar que