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No Dicionário Crítico do Serviço Social na Saúde (2024),
encontra-se um texto que discorre sobre gênero e saúde. A
autora enfatiza os desdobramentos de uma atuação que
considere o gênero na análise dos problemas de saúde das
mulheres e sugere “uma nova relação profissional de saúde-usuárias na direção da desconstrução das desigualdades de
gênero” (p. 254). Afirma ainda que é necessária a mudança
da lógica patriarcal na saúde além de uma nova postura de
trabalho das equipes de saúde garantindo a
Iamamoto (2009) afirma que o espaço profissional, enquanto
produto histórico, é condicionado “a) pelo nível de luta pela
hegemonia que se estabelece entre as classes fundamentais
e suas respectivas alianças; b) pelo tipo de respostas teórico-práticas densas de conteúdo político dadas pela categoria
profissional” (p.344). A autora funda sua compreensão no
reconhecimento de ser o trabalho profissional tanto resultante
Na Série “Assistente Social no combate ao preconceito:
Discriminação contra a população em situação de rua” (2026),
são elencados os principais motivos que dificultam as
possibilidades das pessoas em situação de rua
ressignificarem suas trajetórias e histórias de vida, dentre eles,
destaca-se
Nos “Parâmetros para atuação de assistentes sociais na
política de saúde” (2010), consta o debate sobre os
tensionamentos a respeito das responsabilidades sobre alta
hospitalar, considerando que, muitas vezes, a/o assistente
social é cobrada/o em exercer essa comunicação. De acordo
com o referido documento, o profissional responsável pela alta
e pelos seus procedimentos deve ser o médico e não a/o
assistente social e, em situações em que o usuário já tiver
recebido a alta médica sem condições de alta social, cabe ao
profissional de Serviço Social
Em Brasil (2026), a autora Ivanete Boschetti discute a ofensiva
do capital sobre o Estado, os direitos e as políticas sociais e
discorre: “Por realizar suas atividades profissionais
majoritariamente na esfera das políticas sociais, o Serviço
Social se depara e sofre cotidianamente com os sucessivos e
agressivos ataques aos direitos e às políticas sociais,
provocados pela violenta contraofensiva burguesa às
conquistas sociais da classe trabalhadora. As políticas de
favorecimento ao capital, especialmente em contexto de
agudização da crise, estão transformando o que resta do
Estado Social em poderoso instrumento de expropriação dos
direitos. A emancipação política da democracia burguesa está
em franca decadência” (p.111). Nesse contexto e orientado
pelo projeto ético-político, as/os profissionais precisam
compreender a condição atual da política social e não
sucumbir ao tecnicismo e pragmatismo, reiterando o
fortalecimento da