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De acordo com a Resolução CFESS n° 1.114, de 04.09.2025, o tratamento de dados e informações em ambiente digital não exime a/o assistente social da responsabilidade pelo sigilo profissional.

Delibera o art.7° da referida Resolução que as/os assistentes sociais devem evitar a gravação de atendimentos, seja em ambiente convencional ou digital, salvo em situações excepcionais
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A Lei n° 8.662/1993 tem como norte a concepção de profissão que fundamenta o projeto ético-político do Serviço Social. Na referida lei, as atribuições privativas são aquelas designadas exclusivamente para o Serviço Social, enquanto que as competências são compartilhadas com outras profissões.

De acordo com o artigo art.4° (II), constitui uma das competências do Assistente Social: elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos que sejam do âmbito de atuação do Serviço Social com participação
Um dos mais importantes pilares normativos da profissão de assistente social no Brasil é o Código de Ética Profissional, que regulamenta, disciplina e legitima o exercício profissional. Instituído pela Resolução CFESS n° 273/1993, o Código contempla direitos e deveres que integram o conteúdo da formação e também do exercício da atividade profissional.

De acordo com as prescrições explicitadas no artigo 3° (a) do Código de Ética, constitui um dos deveres do/da assistente social
A supervalorização da especialização no âmbito do conhecimento acaba por cristalizar os procedimentos técnicos, dificultando o diálogo entre as diferentes áreas do saber e setores profissionais. O conhecimento especializado restringe ao simples o que é complexo. Delimita as fronteiras de cada disciplina, o que conduz ao enfraquecimento da responsabilidade dado que o especialista tende a ser o responsável apenas pela sua parte. Já a intersetorialidade significa aceitação e vivência da diferença em uma relação em que convivem o consenso e o conflito.

Não se trata de substituir as especialidades por generalidades, mas sim a substituição de uma Ciência fragmentada por uma Ciência
Estar em situação de rua é uma gravíssima violação de direitos humanos. Condutas governamentais higienistas permanecem na atualidade com uma nova roupagem para lidar com essa população, especialmente nas capitais brasileiras com maior concentração dessas pessoas. O poder público insiste em utilizar como estratégia o encaminhamento dessa população para abrigamento.

Embora seja uma estratégia importante, na medida em que promove a acolhida e a preservação da integridade, normativas e orientações técnicas recomendam que o trabalho de assistentes sociais com pessoas em situação de rua se paute na busca pela promoção da autonomia e na reconstrução e no fortalecimento