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Maria Carmelita Yazbek (2012), no artigo “Pobreza no Brasil contemporâneo e formas de seu enfrentamento”, problematiza o uso de qualificadores como “pobre” e situações como de risco e vulnerabilidade social para caracterizar certos indivíduos. As análises desta autora estão ancoradas numa perspectiva crítica. Contudo, ao referir-se a outros autores, aponta a existência de perspectivas teóricas distintas, como a positivista (e suas vertentes funcionalista e estruturalista), que percebem tais termos adversamente. Considerando tais possibilidades de análise e compreensão, pode-se dizer que a caracterização do pobre como “inadaptado, marginal, problemático ou portador de alto risco e situações de vulnerabilidades” está mais próxima da perspectiva teórica
Conforme previsões da Lei de n.º 8.080/1990, as seguintes ações fazem parte do campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):
A oferta de “[...] serviços, programas, projetos e benefícios de assistência social de garantia de proteção social e de prevenção e redução de violações de direitos, seus agravamentos ou reincidências [...]”, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/1990), está relacionada a qual iniciativa ou ação sob a responsabilidade estatal?
O processo de mundialização do capital, direcionado por princípios e recomendações de políticas neoliberais, infere em todas as instituições sociais. Assim sendo, o Estado, as famílias, o direito, as políticas sociais, por exemplo, são influenciados pelas tendências, dinâmicas e interesses capitalistas de acumulação. É nesse contexto contraditório que se tem um maior estímulo para a diminuição dos investimentos estatais no provimento das ações que podem promover melhores condições de vida para indivíduos, famílias e grupos. Ao considerar as influências neoliberais sob as ações do Estado, principalmente na elaboração, implementação e execução de políticas sociais, pode-se afirmar que: 
A assistente social e autora Marilda Villela Iamamoto, em dois textos produzidos nos anos 2001 (A questão social no capitalismo, publicado na Revista Temporalis) e 2008 (Mundialização do capital, “questão social” e Serviço Social no Brasil, publicado na Revista Em Pauta), evidencia resultados de seus estudos relacionados ao significado sócio-histórico do Serviço Social, enquanto profissão inserida na divisão social e técnica do trabalho. Avalie as afirmativas a seguir sobre essa profissão e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) O Serviço Social é apresentado como uma profissão que possui uma dimensão contraditória, o que se deve à sua inserção societária, à tensão originada pelo agravamento das desigualdades e à existência de inconformismos com a realidade vivenciada.
( ) O Serviço Social é reconhecido por ser uma “profissão estatutária”, com autonomia ampliada, conforme previsões da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, da lei das profissões nacionais e do código de ética que regulamenta o exercício dos assistentes sociais em cada unidade da federação.
( ) As particularidades do Serviço Social só são desveladas quando são compreendidas as configurações estruturais e conjunturais da questão social e as formas sócio-históricas para o seu enfrentamento.
( ) O assistente social possui condições concretas de imprimir uma direção social ao exercício profissional, mesmo considerando sua autonomia relativa resguardada pela legislação profissional, a qual é passível de reclamação judicial.
( ) A questão social é um objeto de trabalho particular dos assistentes sociais e é da sua apropriação que advêm as principais demandas e as respostas profissionais fundamentadas em políticas sociais mais abrangentes.

Considerando as afirmativas de cima para abaixo, a alternativa que apresenta a sequência CORRETA é: