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A abordagem de Saúde Única, ao reconhecer a interconexão entre a saúde humana, animal e ambiental, propõe que a prevenção e o controle de zoonoses, como a COVID-19 e a influenza, demandam a colaboração entre médicos veterinários, médicos humanos e outros profissionais de saúde, desmistificando a ideia de que tais doenças são exclusivamente problemas da saúde humana.
A dengue, a zika e a chikungunya são doenças transmitidas por vetores que afetam exclusivamente áreas rurais, não apresentando relevância para a saúde pública em centros urbanos densamente povoados devido à ausência de mosquitos transmissores nesses ambientes.
A taxa de mortalidade infantil, calculada pela razão entre o número de óbitos de menores de um ano e o número de nascidos vivos em um determinado período e local, é um indicador de saúde que reflete diretamente as condições socioeconômicas, o acesso a serviços de saúde e a qualidade do saneamento básico, sendo sua redução um objetivo primordial das políticas de saúde pública.
A construção de um diagnóstico de saúde da comunidade deve priorizar exclusivamente a análise de dados epidemiológicos de doenças infecciosas, negligenciando fatores ambientais, sociais e comportamentais, pois estes últimos não impactam diretamente a morbimortalidade da população.
A Portaria nº 2.436/2017, que institui a Política Nacional de Atenção Básica, estabelece que a Estratégia Saúde da Família é a modalidade preferencial para a organização da atenção básica no Brasil, com foco na promoção, prevenção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde, e que sua atuação deve ser pautada pelos princípios do SUS, como universalidade, integralidade e equidade.