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Um idoso, com dificuldade de locomoção e portador de múltiplas comorbidades, é acompanhado pela equipe de saúde da família em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Taubaté (SP). A equipe realiza consultas regulares, monitora suas condições crônicas e oferece suporte para a adesão ao tratamento, além de articular o cuidado com outros serviços da rede quando necessário.
Um paciente em tratamento oncológico relata sentir-se desamparado e com dificuldades em compreender os procedimentos e o prognóstico de sua doença. A equipe multiprofissional da unidade de saúde, ao perceber a necessidade de apoio psicossocial e a importância da comunicação empática, busca estratégias para melhorar a experiência do paciente no serviço.
Um paciente com hipertensão arterial e diabetes mellitus, ambos em acompanhamento na Unidade Básica de Saúde (UBS) de seu município, necessita de avaliação cardiológica especializada devido a sintomas persistentes. A UBS aciona a Central de Regulação para agendamento de consulta em serviço de média complexidade. Essa dinâmica ilustra o funcionamento das Redes de Atenção à Saúde (RAS) no Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante uma visita domiciliar em um bairro de Taubaté (SP), a equipe de saúde da família identifica sinais de alerta para uma possível epidemia de dengue, como o aumento de casos suspeitos e a presença de focos do mosquito Aedes aegypti. A enfermeira responsável pela equipe decide notificar a vigilância epidemiológica municipal e iniciar ações de orientação à comunidade.
Um paciente com sequelas de acidente vascular cerebral (AVC) necessita de acompanhamento para reabilitar suas funções motoras e cognitivas. A equipe da Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) o encaminha para um Centro de Reabilitação dentro da Rede de Atenção à Saúde (RAS) do município de Taubaté (SP), visando garantir a continuidade do cuidado.