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Um estudo avaliou os efeitos de diferentes dietas em 30 voluntários adultos saudáveis. Os participantes receberam por QUATRO semanas uma dieta rica em fibras fermentáveis (como inulina, pectina e amido resistente).
No final do período, foram coletadas amostras de fezes e sangue para quantificação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) produzidos pela microbiota intestinal no cólon. Os principais AGCC detectados foram acetato, propionato e butirato. Observou-se que:

• O acetato foi o AGCC mais abundante no cólon e circulante;
• O propionato apresentou maior captação hepática;
• O butirato foi associado a melhora da integridade da barreira intestinal e redução da inflamação local.

Com base nesse cenário, assinale a opção que melhor descreve a relação entre o tipo de AGCC, sua absorção/metabolismo e efeitos fisiológicos sistêmicos. 
Paciente do sexo masculino, 62 anos, com histórico de dispepsia crônica, faz uso com relativa frequência de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Ele procura auxílio médico com queixa de hematêmese e melena recentes.
Exame físico sem alterações. Hemograma com anemia. Realizada endoscopia digestiva alta com identificação de úlcera gástrica em antro medindo 1,8 cm, base parcialmente coberta por coágulo, alguns restos hemáticos e sem sangramento ativo.

Considerando os achados endoscópicos, assinale a opção mais adequada ao caso.
Paciente do sexo masculino, 48 anos, chega ao pronto-socorro com dor intensa em fossa ilíaca direita, náuseas e vômitos. Refere episódios prévios de dor pós-prandial em hipocôndrio direito. Nega febre. Exame físico com dor à palpação de hipocôndrio direito, sinal de Murphy positivo, sem icterícia.
Exames laboratoriais:

• Leucócitos: 15.000/mm3 (valor de referência: 4000 – 11000/mm3);
• PCR: 12 mg/mL (valor de referência: < 5);
• Bilirrubina total: 1,4 mg/dL (valor de referência: 0,3 – 1,2 mg/dL).
• Fosfatase alcalina: 85 U/L (valor de referência: 40 – 150 U/L).

Ultrassonografia abdominal com vesícula distendida, paredes espessadas (5 mm), presença de cálculos e líquido pericolecístico. De acordo com os critérios do Guideline de Tokyo para o diagnóstico da colecistite aguda, é considerado um critério diagnóstico: 
Um homem de 52 anos chega ao pronto-atendimento com dor abdominal intensa na região epigástrica, irradiando para região dorsal, iniciada há cerca de 12 horas. Refere náuseas e vômitos. Há histórico de etilismo e colelitíase conhecida.
Ao exame, apresenta pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, temperatura 37,8 oC e sensibilidade marcada em epigástrio. Exames laboratoriais:

• Amilase: 480 U/L (valor de referência: < 100);
• Lipase: 650 U/L (valor de referência: < 60);
• PCR: 180 mg/L (valor de referência: < 5);
• Creatina: 1,2 mg/dL (valor de referência: 0,8 – 1,5 mg/dL).

Tomografia de abdome mostra aumento do pâncreas e líquido peripancreático, sem necrose evidente.

Dos critérios abaixo, assinale o que é considerado o principal fator de mau prognóstico na pancreatite aguda nesse caso. 
Mulher de 34 anos, previamente hígida, procura atendimento por dor abdominal difusa há 8 meses, associada a distensão abdominal e alteração de hábito intestinal, alternando episódios de diarreia e constipação. Relata melhora parcial dos sintomas após a evacuação. Nega febre, perda ponderal ou sangue nas fezes. História familiar negativa para doenças inflamatórias intestinais ou câncer colorretal.
Exame físico, abdome peristáltico, flácido, indolor e timpânico. Sem massas ou visceromegalias palpáveis. Exames laboratoriais com hemograma normal, PCR normal e calprotectina fecal de 120 mcg/g (valor de referência: < 50 mcg/g).

Considerando o quadro apresentado, a conduta mais adequada seria