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A compreensão da etiologia do AVC é fundamental para seu adequado tratamento e prevenção secundária. Em relação ao AVC criptogênico com características de ESUS (Embolia de origem indeterminada), assinale a alternativa correta.
Homem de 62 anos, previamente hígido, é trazido à emergência pela família por episódios de confusão mental flutuante há 3 semanas, acompanhados de irritabilidade, crises breves de desorientação e alterações de memória recente. A esposa relata ainda episódios de movimentos involuntários faciobraquiais breves e frequentes, que surgiram nos últimos dias. O paciente não apresenta febre, não faz uso de drogas ilícitas e não possui história prévia de epilepsia. Ao exame neurológico, encontra-se vígil, porém desorientado no tempo, com dificuldade em evocar informações recentes. Os episódios involuntários faciobraquiais são observados durante a consulta. A punção liquórica mostra pleocitose discreta com predomínio linfocitário, proteínas ligeiramente elevadas e glicose normal. A hipótese de encefalite autoimune é considerada, e a ressonância magnética de encéfalo é solicitada. O achado mais característico na ressonância magnética de encefalite límbica por anticorpos anti-LGI1 é:
Mulher de 27 anos procura atendimento após apresentar episódio súbito de alteração visual seguido de cefaleia. Refere que, cerca de 20 minutos antes de a dor iniciar, percebeu pontos brilhantes no campo visual direito, que progressivamente se transformaram em um escotoma cintilante que se expandiu em forma de arco. O fenômeno visual durou aproximadamente 25 minutos e foi seguido de cefaleia hemicraniana esquerda, pulsátil, acompanhada de náuseas e fotofobia. A dor durou cerca de 6 horas, com melhora parcial após uso de analgésico comum. Nega fraqueza, dificuldade de fala, febre ou trauma recente. Em sua avaliação, apresenta sinais vitais estáveis e o exame neurológico foi normal após a resolução do episódio. Qual é o diagnóstico mais provável?
A solicitação dos pais deve ser integralmente atendida, pois o princípio da autonomia familiar é absoluto na pediatria, independentemente da proporcionalidade e do benefício clínico das intervenções propostas.
Homem de 70 anos, com DPOC, insuficiência cardíaca avançada e doença renal crônica estágio IV, é admitido na UTI por sepse de foco pulmonar. Evolui com necessidade de ventilação mecânica invasiva e noradrenalina em dose crescente. Após 7 dias de UTI, mantém disfunções orgânicas persistentes, sem perspectiva de reversão clínica significativa. Apresenta as seguintes pontuações em avaliações da equipe: SOFA: 14, persistente por > 72 horas; APACHE II: 32; PPS: 20% pré-internação; CAM-ICU positivo para delirium; CPOT: 6 durante aspiração traqueal. A família relata que o paciente, antes da internação, expressava desejo de não permanecer “ligado a aparelhos” sem chance de recuperação funcional. Considerando o papel dos cuidados paliativos na UTI e a correta utilização das escalas de avaliação, assinale a alternativa correta.