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Homem de 72 anos, previamente hígido e ativo, relata fadiga progressiva e tonturas aos esforços. Ao exame físico, normotenso, presença de sopro sistólico ejetivo em foco aórtico irradiando para carótidas, pulsos parvus e tardus. Ecocardiogama com fração de ejeção ventricular esquerda em 60%, área valvar aórtica 0,7 cm² e gradiente médio na via de saída do ventrículo esquerdo de 48 mmHg. A conduta que deve ser adotada é: 
Paciente de 79 anos, hipertenso, diabético tipo 2, com histórico de acidente isquêmico transitório há 3 anos. Portador de marcapasso bicameral. O dispositivo registra episódios de fibrilação atrial subclínica de 12 minutos, detectados durante telemetria remota. O paciente permanece assintomático, nega palpitações, dor torácica ou dispneia. Eletrocardiograma basal em ritmo sinusal. Função renal normal e sem história de sangramento prévio. De acordo com a diretriz de manejo de anticoagulação em pacientes com fibrilação atrial, assinale a alternativa que indica a conduta ideal:
Homem, 38 anos, assintomático, com diagnóstico conhecido de valva aórtica bicúspide e dilatação de aorta ascendente que media 49 mm em ecocardiograma de 2 anos atrás. Vai à consulta com ecocardiograma recente, no qual evidencia gradiente médio na via de saída do ventrículo esquerdo de 18 mmHg, câmaras cardíacas de tamanho normal, fração de ejeção estimada pelo método Teicholz em 60%, sem insuficiência aórtica significativa e diâmetro de aorta ascendente de 52 mm. Não há história familiar de dissecção aórtica. A conduta mais adequada é:
Mulher de 64 anos, hipertensa e diabética, submetida à angioplastia eletiva com implante de stent farmacológico em artéria descendente anterior por angina estável. Evolui hemodinamicamente estável, sem dor torácica, sem sangramento e com hemoglobina mantida em 11 mg/dl. Eletrocardiograma sem alterações dinâmicas e troponinas sem variação significativa. Plaquetas 230.000/mm³ e função renal normal. Em uso de AAS e Ticagrelor desde o procedimento. De acordo com diretrizes internacionais mais recentes, a conduta em relação à terapia antitrombótica deve ser:
O Conselho Municipal de Saúde discute a criação da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CISTT), conforme previsto na Lei Orgânica da Saúde. Um conselheiro questiona a natureza jurídica da comissão, sua composição e suas atribuições. Considerando as diretrizes que orientam a estruturação da CISTT no âmbito do controle social do SUS, é correto afirmar que: