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Paciente feminina, 24 anos, procura a emergência com quadro de
dor abdominal, de moderada a forte intensidade, no quadrante
inferior do abdome, de caráter progressivo, iniciada há quatro
dias. Relata que nas últimas 24h vem apresentando febre de até
38,6 °C, adinamia, náuseas e anorexia. Não tem queixas urinárias
e não evacuou durante todo esse período.
No exame físico apresenta fácies álgica, desidratada, corada, FR 22 ipm, SatO2 96%, FC: 102 bpm e PA 118 x 73 mmHg. Ao exame, abdome distendido, doloroso a palpação no flanco e fossa ilíaca direita, na qual percebe-se plastrão de limites imprecisos. O exame laboratorial demonstra 21.240 leucócitos com 11 bastões e PCR de 9,7. A tomografia computadorizada demonstra grande massa de aspecto inflamatório na fossa ilíaca direita, de limites imprecisos, com borramento da gordura adjacente, não sendo possível a dissociação do ceco e do íleo.
Diante desse quadro, a melhor conduta é
No exame físico apresenta fácies álgica, desidratada, corada, FR 22 ipm, SatO2 96%, FC: 102 bpm e PA 118 x 73 mmHg. Ao exame, abdome distendido, doloroso a palpação no flanco e fossa ilíaca direita, na qual percebe-se plastrão de limites imprecisos. O exame laboratorial demonstra 21.240 leucócitos com 11 bastões e PCR de 9,7. A tomografia computadorizada demonstra grande massa de aspecto inflamatório na fossa ilíaca direita, de limites imprecisos, com borramento da gordura adjacente, não sendo possível a dissociação do ceco e do íleo.
Diante desse quadro, a melhor conduta é
Paciente de 45 anos, com histórico de úlcera péptica duodenal
diagnosticada há 3 anos, tem sido tratada com inibidores da
bomba de prótons (IBPs) e antibióticos para erradicação de
Helicobacter pylori, aderente ao tratamento.
Ela retorna ao consultório com sintomas persistentes de dor epigástrica, distensão abdominal e plenitude pós-prandial. Nega uso de anti-inflamatório.
A nova endoscopia revela deformidade e estreitamento da região pilórica, permitindo a passagem com dificuldade do aparelho, presença de úlcera duodenal ativa na parede posterior do bulbo duodenal, próxima ao piloro, com bordas irregulares, fundo de cor escura com pontos de hematina.
Entre as condutas a seguir, assinale a mais indicada para esse paciente.
Ela retorna ao consultório com sintomas persistentes de dor epigástrica, distensão abdominal e plenitude pós-prandial. Nega uso de anti-inflamatório.
A nova endoscopia revela deformidade e estreitamento da região pilórica, permitindo a passagem com dificuldade do aparelho, presença de úlcera duodenal ativa na parede posterior do bulbo duodenal, próxima ao piloro, com bordas irregulares, fundo de cor escura com pontos de hematina.
Entre as condutas a seguir, assinale a mais indicada para esse paciente.
Paciente masculino, 78 anos, procurou o pronto-socorro com
quadro de febre com calafrios, urina escura e dor abdominal,
contínua no andar superior, acompanhado de náuseas e vômitos.
É hipertenso controlado e tem diabetes tipo 2. Encontra-se lúcido,
ictérico, eupneico, taquicárdico, TAX 38,6 °C, PA 150 x 90 mmHg.
O exame de tomografia demonstra dilatação das vias biliares intra
e extra-hepática, além de imagens hiperecogênicas na vesícula
biliar.
O hemograma evidencia 22.340 leucócitos com 12 bastões, Hgb 9,3, PCR 17,63, BT 7,9 BD 6,1, GGT 220, fosfatase alcalina 360, amilase e lipase no limite superior da normalidade.
Diante desse quadro clínico, laboratorial e de imagem, a melhor conduta é:
O hemograma evidencia 22.340 leucócitos com 12 bastões, Hgb 9,3, PCR 17,63, BT 7,9 BD 6,1, GGT 220, fosfatase alcalina 360, amilase e lipase no limite superior da normalidade.
Diante desse quadro clínico, laboratorial e de imagem, a melhor conduta é:
Paciente vítima de atropelamento sofreu traumatismo por
esmagamento no membro inferior direito na altura do terço distal
da coxa. Recebeu atendimento inicial pelo SAMU com imobilização
do membro e encaminhamento para o hospital de referência,
onde foi submetido a tomografia que não evidenciou fratura,
apenas contusão muscular.
Após 24h, relata muita dor no membro inferior direito, principalmente ao estiramento passivo. No exame do segmento traumatizado observamos edema tenso, doloroso à compressão, hipoestesia dos dedos do pé homolateral e pulso pedioso diminuído em relação ao contralateral.
Nesse caso, a conduta correta é:
Após 24h, relata muita dor no membro inferior direito, principalmente ao estiramento passivo. No exame do segmento traumatizado observamos edema tenso, doloroso à compressão, hipoestesia dos dedos do pé homolateral e pulso pedioso diminuído em relação ao contralateral.
Nesse caso, a conduta correta é:
Paciente de 48 anos de idade, sexo masculino, vítima de acidente
motociclístico, é levado por populares ao pronto-socorro.
Ao exame, sem capacete, torporoso, não responsivo, hipocorado 3+/4+, PA 87x39 mmHg, FC 132 bpm, FR 25 irpm, SatO2 88%. À inspeção há colapso jugular bilateral, além de grande equimose e crepitação sem enfisema subcutâneo em parede torácica esquerda. À percussão, macicez no hemitórax esquerdo.
Nesse caso, a conduta indicada é
Ao exame, sem capacete, torporoso, não responsivo, hipocorado 3+/4+, PA 87x39 mmHg, FC 132 bpm, FR 25 irpm, SatO2 88%. À inspeção há colapso jugular bilateral, além de grande equimose e crepitação sem enfisema subcutâneo em parede torácica esquerda. À percussão, macicez no hemitórax esquerdo.
Nesse caso, a conduta indicada é