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Paciente de 55 anos, diabético tipo 2 e tabagista, é submetido a uma cirurgia de revascularização complexa do membro inferior devido à isquemia crítica. No pós-operatório, desenvolve sepse, permanecendo intubado em UTI. A perda de nitrogênio urinário é alta, e o paciente apresenta risco de desnutrição aguda. A equipe deve iniciar a terapia nutricional por via enteral (TNE). O objetivo é apoiar a cicatrização da ferida cirúrgica e prevenir complicações infecciosas. Considerando os objetivos da TN no trauma/cirurgia grave e o foco na imunomodulação e cicatrização, a conduta terapêutica nutricional que está mais em consonância com as evidências é
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Distúrbios hidroeletrolíticos são comuns em pacientes de emergência, podendo levar a sintomas graves, como arritmias cardíacas. A hipocalemia grave (K+ < 2,5 mEq/L) afeta músculos e células renais tubulares, podendo causar fraqueza ou paralisia. Dentre as causas de hipocalemia, muitas estão associadas ao uso de fármacos. Qual grupo de medicamentos é classicamente associado à perda renal de potássio e é lembrado como causa frequente de hipocalemia na emergência?
O paciente politraumatizado moderado a grave é frequentemente exposto a um estado de hipercatabolismo, com rápida depleção de nitrogênio e perda de massa magra. A terapia nutricional é fundamental para minimizar essa deterioração e apoiar a cicatrização. Com base nas diretrizes atuais de terapia nutricional para pacientes com trauma grave, assinale a recomendação correta sobre as necessidades proteicas.
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A resposta endócrino-metabólica ao trauma grave ocorre em fases bem definidas. A fase inicial, conhecida como fase ebb (ou de choque), é o período de defesa imediata do organismo. Qual das seguintes alternativas descreve corretamente as características fisiológicas predominantes durante a fase inicial (ebb) da resposta metabólica ao trauma?
Um paciente de 85 anos, lúcido e orientado, com diagnóstico de insuficiência cardíaca refratária em estágio terminal, é internado com dispneia progressiva. A equipe médica, após avaliação, conclui que qualquer procedimento invasivo adicional seria inútil e apenas prolongaria seu sofrimento, caracterizando obstinação terapêutica. O paciente expressou repetidamente seu desejo de “não ser reanimado” e de receber apenas “cuidados para que não sinta dor”. O médico assistente, apesar de reconhecer o prognóstico, decide não registrar essa decisão em prontuário nem discutir ativamente os cuidados paliativos, pois acredita que “enquanto há vida, há esperança” e que a família deve ser consultada para determinar o tratamento ativo, pois o paciente está emocionalmente frágil. Á luz do Código de Ética Médica (CEM), é correto afirmar que o médico assistente