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A colocação pronominal trata da posição dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, etc.) em relação ao verbo, seguindo as regras de próclise (antes do verbo), ênclise (depois do verbo) e mesóclise (no meio do verbo). Embora o português brasileiro falado tenha uma forte tendência à próclise, a norma culta escrita exige o cumprimento de regras estritas, especialmente em textos formais. Fatores de atração (como palavras negativas, advérbios, pronomes relativos e conjunções subordinativas) exigem a próclise. Vedações, como iniciar períodos com pronome átono ou usar ênclise após particípio, também são cruciais. A mesóclise, por sua vez, tem seu uso restrito a situações muito específicas. Diante das regras da norma padrão, assinale a alternativa correta.
O domínio dos sinais de pontuação, em especial o uso da vírgula, é determinante para a estruturação sintática e a clareza semântica de um texto. A vírgula não marca pausas respiratórias, mas sim relações sintáticas específicas. Seu uso indevido, como a separação entre sujeito e predicado ou entre verbo e complemento, constitui um dos erros mais graves de pontuação. Em contrapartida, sua omissão em casos obrigatórios, como no isolamento de vocativos, apostos ou orações adverbiais deslocadas, prejudica a compreensão. Acerca do uso da vírgula conforme a norma padrão, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A vírgula é obrigatória para separar o sujeito do predicado em orações longas, a fim de garantir uma pausa para o leitor e facilitar a identificação do verbo principal.
(__)Orações subordinadas adjetivas restritivas, por serem essenciais ao sentido da oração principal, nunca devem ser separadas por vírgulas, diferentemente das explicativas, que exigem o isolamento.
(__)O vocativo, sendo um termo independente que serve para chamar ou interpelar o interlocutor, deve ser sempre isolado por vírgulas, independentemente de sua posição na frase.
(__)Orações subordinadas adverbiais, quando deslocadas para o início do período (antes da oração principal), devem obrigatoriamente ser separadas por vírgula.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A vírgula é obrigatória para separar o sujeito do predicado em orações longas, a fim de garantir uma pausa para o leitor e facilitar a identificação do verbo principal.
(__)Orações subordinadas adjetivas restritivas, por serem essenciais ao sentido da oração principal, nunca devem ser separadas por vírgulas, diferentemente das explicativas, que exigem o isolamento.
(__)O vocativo, sendo um termo independente que serve para chamar ou interpelar o interlocutor, deve ser sempre isolado por vírgulas, independentemente de sua posição na frase.
(__)Orações subordinadas adverbiais, quando deslocadas para o início do período (antes da oração principal), devem obrigatoriamente ser separadas por vírgula.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
A habilidade de reescrever frases mantendo o sentido original e a correção gramatical é essencial para a proficiência na língua. Isso frequentemente envolve a substituição de conectores (conjunções) por outros equivalentes ou a alteração da estrutura sintática, como a conversão de orações desenvolvidas em reduzidas, ou a mudança de voz verbal. Considere a sentença original: 'Embora o candidato tenha se preparado intensamente, ele não obteve a aprovação no concurso.' Acerca das possibilidades de reescrita desta sentença, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A reescrita 'O candidato não obteve a aprovação no concurso, *porque* se preparou intensamente' mantém o sentido original, alterando apenas a ordem das orações.
(__)A forma 'O candidato não obteve a aprovação no concurso, *conquanto* tenha se preparado intensamente' altera o sentido original, pois 'conquanto' introduz uma ideia de tempo, e não de oposição.
(__)A reescrita 'Tendo se preparado intensamente, o candidato não obteve a aprovação no concurso' está gramaticalmente incorreta, pois não se pode usar oração reduzida de gerúndio com sentido concessivo.
(__)A sentença 'Apesar de ter se preparado intensamente, o candidato não obteve a aprovação no concurso' é uma reescrita gramaticalmente correta e que preserva integralmente o sentido concessivo original.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A reescrita 'O candidato não obteve a aprovação no concurso, *porque* se preparou intensamente' mantém o sentido original, alterando apenas a ordem das orações.
(__)A forma 'O candidato não obteve a aprovação no concurso, *conquanto* tenha se preparado intensamente' altera o sentido original, pois 'conquanto' introduz uma ideia de tempo, e não de oposição.
(__)A reescrita 'Tendo se preparado intensamente, o candidato não obteve a aprovação no concurso' está gramaticalmente incorreta, pois não se pode usar oração reduzida de gerúndio com sentido concessivo.
(__)A sentença 'Apesar de ter se preparado intensamente, o candidato não obteve a aprovação no concurso' é uma reescrita gramaticalmente correta e que preserva integralmente o sentido concessivo original.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
No estudo da Semântica, a compreensão dos diferentes níveis de significação das palavras é essencial para a interpretação textual, especialmente na distinção entre o sentido denotativo e o conotativo. O sentido denotativo é aquele considerado o sentido literal, básico, dicionarizado da palavra, amplamente utilizado em textos que buscam objetividade e precisão, como notícias, artigos científicos e manuais de instrução. Por outro lado, o sentido conotativo refere-se aos significados subjetivos, culturais ou emocionais agregados à palavra, explorando seu potencial figurado. Esse uso é predominante em textos literários, publicitários e em muitas figuras de linguagem, onde a intenção é evocar sensações, sentimentos ou construir imagens metafóricas. Assinale a alternativa que define corretamente a relação entre denotação e conotação.
O estudo dos verbos envolve a compreensão de suas flexões de modo (Indicativo, Subjuntivo, Imperativo) e tempo, que são cruciais para expressar a atitude do falante em relação ao fato (certeza, dúvida, hipótese, ordem). O Modo Indicativo é usado para fatos tidos como reais ou certos. O Modo Subjuntivo, por sua vez, é empregado para fatos hipotéticos, desejados ou duvidosos, sendo comum em orações subordinadas. A correta utilização de tempos como o Futuro do Pretérito (Indicativo) e o Pretérito Imperfeito (Subjuntivo) é essencial para construir relações de condição e consequência hipotética. Assim, analise as afirmativas a seguir:
I.O Modo Indicativo expressa certeza (Ex: 'Ele *estuda*'), enquanto o Subjuntivo expressa dúvida ou hipótese (Ex: 'Espero que ele *estude*').
II.Na frase 'Se eu *tivesse* dinheiro, *compraria* o carro', o verbo 'tivesse' está no Pretérito Imperfeito do Subjuntivo, indicando uma condição hipotética no passado ou presente, e 'compraria' está no Futuro do Pretérito do Indicativo, indicando a consequência dessa condição.
III.O Futuro do Subjuntivo (Ex: 'Quando eu *puder*') indica uma ação futura, mas hipotética ou incerta, enquanto o Futuro do Presente do Indicativo (Ex: 'Eu *poderei*') indica uma ação futura tida como certa.
Está correto o que se afirma em:
I.O Modo Indicativo expressa certeza (Ex: 'Ele *estuda*'), enquanto o Subjuntivo expressa dúvida ou hipótese (Ex: 'Espero que ele *estude*').
II.Na frase 'Se eu *tivesse* dinheiro, *compraria* o carro', o verbo 'tivesse' está no Pretérito Imperfeito do Subjuntivo, indicando uma condição hipotética no passado ou presente, e 'compraria' está no Futuro do Pretérito do Indicativo, indicando a consequência dessa condição.
III.O Futuro do Subjuntivo (Ex: 'Quando eu *puder*') indica uma ação futura, mas hipotética ou incerta, enquanto o Futuro do Presente do Indicativo (Ex: 'Eu *poderei*') indica uma ação futura tida como certa.
Está correto o que se afirma em: