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O campo da pedagogia crítica da Educação Física escolar possui algumas correntes teóricas, sendo uma delas a perspectiva críticoemancipatória. Assim, Kunz (2006) defende que uma teoria pedagógica no sentido críticoemancipatório precisa estar acompanhada de uma didática:
Em diálogo com as reflexões de Valter Bracht sobre o campo da Educação Física, Bossle (2023) se propõe a elencar alguns movimentos na área que contribuíram para a constituição das teorias pedagógicas crítico-progressistas, como o Currículo Cultural, a Crítico-Emancipatória e a Crítico-Superadora. Nesse sentido, o autor reconhece em tais movimentos a crítica às:
Uma professora, diante do desafio de tematização das práticas corporais de aventura, explica para seus estudantes que o conteúdo da aula costuma ser praticado em áreas urbanas e compreende a superação dos obstáculos que aparecem pelo caminho.

Com os elementos apresentados pela docente, os estudantes assinalaram que o conteúdo da aula seria:
O esporte de alto rendimento atravessa a sociedade como um todo, e refletir sobre esse fenômeno social é papel do professor de Educação Física escolar. Nesse sentido, Kunz (2006) assinala que, atualmente, dois problemas graves afetam a prática do esporte de alto rendimento em todo o mundo. São eles:
Ao socializarem uma sistematização do trabalho pedagógico sobre a “Cultura Corporal Afrobrasileira”, Climaco, Santos e Taffarel (2018) mobilizam os valores civilizatórios afro-brasileiros, a Pedagogia Histórico-crítica e a Metodologia de Ensino da Educação Física Crítico-superadora. Além disso, as autoras sublinham as ações que materializem a Lei nº 10.639/03 e, consequentemente, garantem o acesso ao conjunto de conhecimentos negligenciados na educação básica. Nesse sentindo, Climaco, Santos e Taffarel (2018) definem a “Cultura Corporal Afro-brasileira” como: