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Uma paciente idosa, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, comparece à farmácia com uma prescrição médica para um novo medicamento hipoglicemiante oral. O farmacêutico, ao revisar o prontuário da paciente e considerar os valores de referência laboratoriais, nota que os níveis glicêmicos recentes da paciente estão ligeiramente acima do limite superior da normalidade, mas ainda dentro de uma faixa considerada aceitável para seu quadro clínico. No entanto, o novo medicamento tem potencial para causar hipoglicemia.
Um paciente com icterícia e suspeita de doença hepática é submetido a uma bateria de exames laboratoriais. Os resultados indicam elevação significativa das bilirrubinas totais e diretas, bem como das enzimas hepáticas alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST). O médico solicita ao laboratório que correlacione esses achados com possíveis causas e prognósticos.
Durante uma transfusão de sangue em um hospital, um enfermeiro percebe uma reação hemolítica aguda em um paciente que recebeu uma unidade de hemácias. Investigando o caso, descobre-se que o paciente é do tipo sanguíneo O negativo e recebeu sangue do tipo A positivo. A equipe médica e de enfermagem precisa entender as implicações dessa incompatibilidade para prevenir futuros incidentes.
Durante um procedimento de transfusão de sangue em um paciente com histórico de reações transfusionais, a equipe de enfermagem notou sinais de febre e calafrios logo após o início da infusão. O médico solicitou a interrupção imediata da transfusão e a realização de exames complementares para investigar a causa da reação.
A farmácia hospitalar recebeu uma solicitação para preparar uma solução injetável de um antibiótico em pequena escala para administração pediátrica. O farmacêutico responsável pela unidade precisa selecionar a forma farmacêutica mais adequada, considerando a via de administração e a necessidade de esterilidade e precisão na dosagem.