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A educação de jovens e adultos foi durante anos entendida como reposição de uma escolaridade perdida. Para desconstruir essa afirmativa acima, um professor de Geografia, por exemplo, deve reconhecer que:

I – Os alunos da EJA também fazem e vivem a Geografia em suas jornadas de luta cotidiana.

II - Muitos dos alunos são trabalhadores rurais, que reconhecem a terra, sabem o período certo para plantar, as condições do tempo, isso é Geografia.

III – Uma outra grande parte de alunos da EJA são trabalhadores que saem às ruas todos os dias, acordam cedo, tomam ônibus, pagam supermercados, sobrevivem no mundo real. As pessoas vivem espacialidades e temporalidades o tempo todo.

Cotidianamente professores se deparam com questões metodológicas e/ou pedagógicas, especialmente quando o público alvo são alunos jovens e adultos, oriundos das mais diversas realidades. No ensino da língua portuguesa essas dificuldades se apresentam, talvez, de forma mais complexa.

Marque a alternativa que melhor se adeque a uma metodologia mais critica da disciplina de Língua Portuguesa:

Como educadores da EJA precisamos conhecer os estudantes com os quais lidamos e valorizar conhecimentos, experiências e fazeres que devem compor nossa ação pedagógica.

No caso da apropriação da leitura e escrita, isso implica:

Quando nos referimos aos princípios da Educação de Jovens e Adultos é importante reconhecer os preceitos legais desta modalidade. Assim, nos artigos 37 e 38 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica – LDB, lei nº 9.394/96, a Educação de Jovens e Adultos passou a ser uma modalidade de educação básica nas etapas de ensino fundamental e médio.

Considerando os artigos acima citados é correto afirmar que:

No caso específico da EJA, é de extrema relevância a necessidade de os professores perceberem que: