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Sobre a elaboração de projetos culturais Thiry-Cherques (2010, p. 38) afirma que “quando se pensa em configurar um projeto é porque se tem um motivo para isso. Esse motivo é o problema que dá origem ao projeto. Identificar claramente o problema que se quer ser resolvido é, portanto, o primeiro passo na configuração de projetos”. Esse autor propõe o seguinte diagrama:


Imagem associada para resolução da questão


THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto. Projetos Culturais: Técnicas de Modelagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, p. 44. [Reprodução]


Segundo a metodologia de elaboração de projetos proposta pelo autor, é correto afirmar que

De acordo com Rubim (2005, p. 26), “planejar, executar e supervisionar, portanto, são tarefas essenciais de um produtor cultural. [...] Outra atividade que muitas vezes torna-se essencial para a produção cultural é a captação de recursos. Em uma parcela razoável dos projetos cabe ao produtor cultural a busca por recursos de modo a possibilitar a realização do evento ou produto. Neste caso, saber lidar com números, recursos financeiros, orçamentos, cronogramas de produção, tabela de custos etc. é vital para a produção cultural.”
RUBIM, Linda. Produção cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 26.
Sobre a captação de recursos para a produção cultural, é correto afirmar que essa atividade 
Leia o texto a seguir.
    Sobre o tema das políticas culturais brasileiras, a pesquisadora Lia Calabre (2019, p. 157), afirma que “nos anos 2000, o país passa a experimentar um movimento de incorporação da noção de direito à cultura pela gestão pública – como está garantido na Constituição Federal de 1988, assim como em algumas constituições estaduais e em muitas leis orgânicas municipais. Para tanto, desde 2003, vêm sendo construídas ferramentas e instrumentos visando a efetivação de tal direito”.
(CALABRE, Lia. Escritos sobre políticas culturais. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2019.)
São exemplos de ferramentas e instrumentos que visam a assegurar o direito à cultura: 
Segundo Canclini (2008, p. 96), “ser artista ou escritor, produzir obras significativas no meio dessa reorganização da sociedade global e dos mercados simbólicos, comunicar-se com públicos amplos, tornou-se muito mais complicado. Do mesmo modo que os artesãos ou produtores populares de cultura [...] não podem já referir-se apenas a seu universo tradicional, os artistas também não conseguem realizar projetos reconhecidos socialmente quando se fecham em seu campo. O popular e o culto, mediados por uma reorganização industrial, mercantil e espetacular dos processos simbólicos, requerem novas estratégias”.
CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas híbridas. São Paulo: Edusp, 2008, p. 96.
Para esse autor, o fenômeno da globalização

Leia o diagrama a seguir que discorre sobre procedimentos de produção cultural para artistas independentes.

Imagem associada para resolução da questão


BATISTA, Andressa. Breve manual de produção cultural para artistas independentes. Porto Velho: Semear Cultura, 2021, p. 154. [Reprodução]


Analisando o diagrama e, de acordo com o que a autora propõe em seu livro, é correto afirmar que