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A presença holandesa em Pernambuco, especialmente durante o governo de Maurício de Nassau, representou um período de grande desenvolvimento cultural e urbanístico, com a fundação de Recife como centro administrativo e a promoção de um ambiente de tolerância religiosa e científica, deixando um legado significativo na região.
O período colonial brasileiro foi marcado pela intensa exploração econômica de Portugal, que impôs o pacto colonial, limitando o desenvolvimento manufatureiro e direcionando a produção para atender às necessidades da metrópole, além de estabelecer uma sociedade rigidamente estratificada com base na escravidão.
A Revolução Praieira, ocorrida em Pernambuco na segunda metade do século XIX, foi um movimento de caráter popular que se opôs à centralização do poder e às políticas econômicas do governo imperial, buscando maior autonomia para a província e reformas sociais.
A Guerra dos Cabanos, iniciada em 1835 em Pernambuco, foi um levante de caráter popular e de forte conotação social, que se insurgiu contra as desigualdades e a opressão, resultando em um conflito prolongado que abalou a estabilidade da província durante o período regencial.
Durante o período colonial, a Capitania de Pernambuco, sob a administração de Duarte Coelho, enfrentou desafios significativos na sua ocupação e colonização, incluindo a resistência de grupos nativos e a necessidade de estabelecer uma economia baseada na produção açucareira, o que levou à formação de quilombos como forma de resistência à escravidão.