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A radioterapia adjuvante no câncer de mama é eficaz na redução do risco de recidiva tumoral, porém pode gerar complicações tardias que impactam a função do membro superior, incluindo fibrose tecidual, linfedema e limitação da amplitude de movimento (ADM) do ombro. Assinale a alternativa CORRETA em relação à prevenção e manejo fisioterapêutico desses efeitos adversos: 
Paciente de 47 anos, submetida à mastectomia radical com dissecção axilar e radioterapia adjuvante, apresenta dor crônica na região da parede torácica e no ombro direito, de característica neuropática (queimação, hiperalgesia e parestesias), com impacto negativo na mobilidade e nas atividades de vida diária. Ela está em acompanhamento fisioterapêutico e questiona sobre a possibilidade de uso de recursos eletrofísicos para alívio da dor. Qual das opções abaixo é correta em relação à conduta mais indicada para o caso acima?


No pós-operatório imediato da cirurgia por câncer de mama, a avaliação fisioterapêutica é essencial para prevenção de complicações e definição das condutas. Considerando os objetivos dessa avaliação, quais parâmetros devem ser priorizados nessa fase inicial?
O período puerperal é marcado por uma série de adaptações no organismo materno. O íleo paralítico pós-parto é caracterizado por uma parada temporária do peristaltismo intestinal, gerando sintomas como distensão abdominal, dor, náusea, vômito e constipação. Diante desse quadro, qual a melhor conduta fisioterapêutica inicial?
Parturiente com 40 semanas de idade gestacional, alto risco, sobrepeso, dificuldade de mobilidade, com colo uterino com dilatação total, feto em apresentação cefálica no plano +2 de De Lee em occipito direito anterior, bolsa rota há 1 hora e dinâmica uterina de duas contrações em 10 minutos com duração de 45s ( 2/10’/45’’). Diante do diagnóstico de fadiga materna, qual a conduta o fisioterapeuta deve adotar em relação ao posicionamento e ao tipo de movimentação?