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Ao tratar de “Expressividade e emoções segundo a perspectiva de Wallon”, Galvão (2003) salienta que, na idade pré-escolar, devido à primazia ontogenética das emoções, há uma preponderância da expressividade nos diversos campos da atividade da criança. No plano da motricidade, resulta como característica certa tendência ao transbordamento em que os gestos nem sempre se ajustam ao que é definido pela cultura. Na perspectiva de Wallon, segundo Galvão (2003), a emoção é uma atividade situada entre o orgânico e o social e tem seus efeitos fortemente determinados
Libâneo; Oliveira; Toschi (2003) apresentam seis áreas de atuação da organização e da gestão da escola, sendo uma delas o desenvolvimento profissional dos professores. “Essa área de atuação refere-se ao aprimoramento profissional do pessoal docente, técnico e administrativo no próprio contexto de trabalho”. Segundo os autores, o desenvolvimento profissional, como eixo de formação docente, precisa articular-se, ao mesmo tempo, com
A afirmação de que a autonomia e a gestão democrática fazem parte da natureza do ato pedagógico é procedente. O termo escola democrática (que contemplaria a autonomia para uma gestão participativa) necessita de maior explicitação, pois essa escola encontra-se mergulhada em duas fontes de dificuldade (Resende, In: Veiga, 1998). Na perspectiva da autora, essas dificuldades da escola são
Teresinha Rios (2001) faz uma reflexão sobre a articulação dos conceitos de competência e qualidade no espaço da profissão docente. Diante das múltiplas significações de ambos os termos, Rios compreende que é importante indagar sobre o aparecimento, permanência e transformação dos conceitos nos contextos em que são utilizados. Para a autora, uma análise crítica da qualidade deverá
Segundo Aguiar (2006), a história mostra que, nos países que investiram na educação, os sistemas nacionais de educação chegaram, mais rapidamente, à universalização do ensino elementar, inclusive como um produto das lutas sociais por maior igualdade de oportunidades. Para a autora, com as críticas crescentes à globalização neoliberal que aprofunda a desigualdade social e que se expressa na exclusão social, passa a ser considerado uma saída para a questão da pobreza, das desigualdades pessoais e regionais e da própria questão da sustentabilidade o