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“(...) 'Muitas vezes, a violência que sofremos no banheiro é mais mental do que física, porque esse espaço não é visto para você [pessoa trans], que não pode estar em nenhum dos dois lugares, porque não se adequa aos padrões do que é lido como homem ou mulher', diz Amiel Vieira, sociólogo, homem trans e membro da Abrai (Associação Brasileira de Intersexos).” 


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2020/11/24/as-escolas-deveriam-adotar-banheiros-de-generoneutro.htm (Retirado de UOL, "As escolas deveriam adotar banheiros de gênero neutro?", 24 nov. 2020).



A “Nota técnica sobre direitos humanos e o direito dos banheiros: Vencendo a narrativa do apartheid de gênero que impede as pessoas transgêneras do acesso à cidadania no uso dos banheiros e demais espaços segregados por gênero” (Antra, 2023), em relação ao problema relatado por Amiel Vieira, propõe que a: 

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O cotidiano escolar é marcado por desafios que demandam dos profissionais da educação preparo para saber como agir. Em uma situação de conflito de gênero entre estudantes, em que um menino diz para uma menina que “ela pode fazer o que ela quiser, desde que o namorado deixe”, a maneira adequada de agir, como profissional da educação, é intervir e dizer:
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Esse livro foi escrito em formato de carta para responder à pergunta: "O que devo fazer para criar minha filha como feminista?". A educação de gênero, fundamental na sociedade contemporânea, deve estar presente no espaço escolar. É de responsabilidade de todos os profissionais da educação garantir que a escola seja um ambiente seguro e de respeito à diversidade. Com base nas sugestões da autora, para educar crianças feministas é preciso ensinar à criança que: 
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera, como fator de risco de comportamento suicida em adolescentes e crianças, a(s):
O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Especial, estabelece que uma das funções primordiais do AEE é "identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas". Com base nessa diretriz, o objetivo de uma educação amplamente inclusiva é: