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A arquitetura orientada a serviços (SOA) define uma maneira de tornar os componentes de software reutilizáveis e interoperáveis por meio de interfaces de serviço. Os serviços usam padrões comuns de interface e um padrão de arquitetura, para serem incorporados rapidamente a novos aplicativos. Entre os componentes dessa arquitetura, um é o código que cria a lógica para realizar a função de serviço específica, como a autenticação de um usuário ou o cálculo de uma fatura, enquanto que outro define a natureza do serviço e seus termos e condições associados, como os pré-requisitos para usar o serviço, o custo do serviço e a qualidade do serviço prestado.
Esses componentes são, respectivamente:
Governança de TI é a capacidade de adequar as atividades que a área de tecnologia da informação desenvolve com as necessidades e objetivos estratégicos de uma organização, o que torna a área de TI mais estratégica e ativa no negócio, sendo sustentada por quatro pilares, que orientam para o seu desenvolvimento. Eles constituem os fundamentos da governança de TI, dos quais dois são descritos a seguir.
I.Trata da definição de quais medidas devem ser tomadas, por meio de mecanismos com critérios de priorização para auxiliar na melhor escolha.
II.Trata da elaboração dos projetos para que as decisões tomadas sejam colocadas em prática, dando mais ênfase aos relacionamentos internos e externos para potencializar os resultados da empresa.
Os dois fundamentos descritos são, respectivamente:
NoSQL tem por significado "Não SQL" e refere-se a uma abordagem de projeto de banco de dados que possibilita o armazenamento e a consulta de dados fora das estruturas tradicionais encontradas nos bancos de dados relacionais, oferecendo outras opções para organizar dados de várias maneiras, podendo ser aplicado na análise de dados, no gerenciamento de big data, em redes sociais e no desenvolvimento de aplicativos móveis. Entre os bancos de dados NoSQL populares, um é baseado nos documentos em JSON, em código aberto, que utiliza JavaScript como linguagem de consulta, enquanto que outro é um banco de dados de documentos e chave-valor que dá aos desenvolvedores a possibilidade de criar aplicativos responsivos e flexíveis para computação em nuvem, móvel e edge computing.
Esses dois exemplos de bancos de dados NoSQL são conhecidos, respectivamente, como:
DevOps é uma cultura baseada em práticas, modelos e ferramentas integrativas, que permite a eliminação de diferenças entre desenvolvedores e operadores que atuam na área da engenharia de softwares, tendo por objetivo manter um ritmo de trabalho complementar e constante, que atenda à demanda frequente por atualizações em sistemas complexos das organizações atuais. As ferramentas são fundamentais para que a dinâmica DevOps tenha sucesso, pois são elas que otimizam os processos, elevam o nível de confiabilidade e a automação em todas as etapas dos projetos. Entre essas ferramentas, uma fornece maior segurança aos aplicativos, sendo utilizada para empacotar aplicações e ambientes em contêineres, tendo se popularizado por facilitar a portabilidade dos projetos de engenharia de software. Dessa forma, a aplicação pode ser, simplesmente, replicada em outras máquinas rapidamente, agilizando a construção de diferentes partes dos programas.
Essa ferramenta é conhecida como: 
Na metodologia de softwares tradicionais, primeiramente o código é desenvolvido, sendo ajustado de maneira retroativa para fins de validação. Em contrapartida, o Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD) emprega uma metodologia que modifica esse paradigma, preconizando que os testes sejam escritos antes e que as adaptações sejam, só depois, aplicadas ao código, até que o projeto atenda aos requisitos do teste já definido. Nesse contexto, a figura mostra o fluxo de trabalho do TDD, com destaque para as etapas e sua natureza ágil, cíclica e iterativa. 
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Nesse esquema, a etapa I indica que o código não funciona, a II que tudo está funcionando, não necessariamente de maneira otimizada e, finalmente, a III em que o responsável otimiza o código, confiante de que o mesmo passou por vários testes, tendo sido alterado, aprimorado e chegado à versão final com mais segurança.
As etapas I, II e III são conhecidas, respectivamente, como: