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A neuropatia periférica induzida por quimioterapia (NPIQ) é um efeito adverso frequente de diversos agentes quimioterápicos, caracterizada por alterações sensitivas, motoras e autonômicas que impactam a funcionalidade e qualidade de vida do paciente oncológico. O mecanismo fisiopatológico da NPIQ e as alterações clínicas mais frequentemente encontradas na avaliação fisioterapêutica são, respectivamente,
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,65 anos, com câncer de pulmão avançado (estágio IV) com metástases ósseas e hepáticas, está em cuidados paliativos exclusivos. Apresenta dispneia em repouso, dor moderada controlada com opioides, fadiga intensa, caquexia e declínio funcional progressivo (Karnofsky 40%). A família questiona sobre o papel da fisioterapia nessa fase.
Considerando os princípios da fisioterapia em cuidados paliativos oncológicos, a conduta indicada é:
Paciente do sexo masculino,65 anos, com câncer de pulmão avançado (estágio IV) com metástases ósseas e hepáticas, está em cuidados paliativos exclusivos. Apresenta dispneia em repouso, dor moderada controlada com opioides, fadiga intensa, caquexia e declínio funcional progressivo (Karnofsky 40%). A família questiona sobre o papel da fisioterapia nessa fase.
Considerando os princípios da fisioterapia em cuidados paliativos oncológicos, a conduta indicada é:
Leia o caso a seguir.
Criança do sexo masculino,8 anos, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda em tratamento quimioterápico há 6 meses, é encaminhada para fisioterapia por queixa de dor em membros inferiores, fraqueza muscular e dificuldade para deambular. A avaliação revela redução da força muscular proximal (grau 4), osteopenia identificada por densitometria óssea e neuropatia periférica induzida por quimioterapia nos pés.
Considerando os efeitos adversos do tratamento oncológico pediátrico, a conduta fisioterapêutica indicada é
Criança do sexo masculino,8 anos, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda em tratamento quimioterápico há 6 meses, é encaminhada para fisioterapia por queixa de dor em membros inferiores, fraqueza muscular e dificuldade para deambular. A avaliação revela redução da força muscular proximal (grau 4), osteopenia identificada por densitometria óssea e neuropatia periférica induzida por quimioterapia nos pés.
Considerando os efeitos adversos do tratamento oncológico pediátrico, a conduta fisioterapêutica indicada é
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino,82 anos, com diagnóstico de osteoporose (T-score -3,2 em coluna lombar), apresenta hipercifose torácica e queixa de dor na região dorsal há 6 meses. A avaliação postural revela anteriorização da cabeça, protração de ombros, encurtamento de músculos peitorais e fraqueza de extensores da coluna torácica. A radiografia descarta fraturas vertebrais recentes.
A abordagem fisioterapêutica indicada para esse quadro, considerando os princípios biomecânicos e a condição óssea da paciente, é
Paciente do sexo feminino,82 anos, com diagnóstico de osteoporose (T-score -3,2 em coluna lombar), apresenta hipercifose torácica e queixa de dor na região dorsal há 6 meses. A avaliação postural revela anteriorização da cabeça, protração de ombros, encurtamento de músculos peitorais e fraqueza de extensores da coluna torácica. A radiografia descarta fraturas vertebrais recentes.
A abordagem fisioterapêutica indicada para esse quadro, considerando os princípios biomecânicos e a condição óssea da paciente, é
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,68 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) predominantemente enfisematosa, apresenta dispneia aos pequenos esforços, uso de musculatura acessória e tórax em tonel. A espirometria revela VEF1/CVF de 52% e VEF1 de 38% do previsto. A avaliação fisioterapêutica identifica padrão respiratório apical com tempo expiratório prolongado e autoPEEP.
O mecanismo fisiopatológico e a técnica respiratória indicada para esse paciente são, respectivamente,
Paciente do sexo masculino,68 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) predominantemente enfisematosa, apresenta dispneia aos pequenos esforços, uso de musculatura acessória e tórax em tonel. A espirometria revela VEF1/CVF de 52% e VEF1 de 38% do previsto. A avaliação fisioterapêutica identifica padrão respiratório apical com tempo expiratório prolongado e autoPEEP.
O mecanismo fisiopatológico e a técnica respiratória indicada para esse paciente são, respectivamente,