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Paciente do sexo masculino,55 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca crônica classe funcional II (NYHA), é encaminhado para programa de reabilitação cardíaca. A avaliação inicial revela dispneia aos pequenos esforços, fadiga limitante e fração de ejeção de 38%. O fisioterapeuta prescreve programa de exercícios aeróbicos progressivos de intensidade moderada.

O mecanismo fisiológico que explica a melhora da capacidade funcional com o treinamento neste paciente é
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Paciente do sexo masculino,68 anos, internado em UTI no primeiro dia de pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio, encontra-se sedado (RASS -3) e em ventilação mecânica invasiva. Durante a avaliação fisioterapêutica, observa-se diminuição da expansibilidade torácica à direita, acúmulo de secreções e risco de atelectasia.

A técnica propedêutica e o recurso terapêutico indicados para avaliar e tratar essa condição são, respectivamente,
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Paciente do sexo feminino,45 anos, em tratamento quimioterápico para câncer de mama, apresenta fadiga oncológica intensa que interfere significativamente em suas atividades de vida diária. Relata cansaço desproporcional ao esforço realizado, que não melhora com repouso, e redução importante da qualidade de vida. A avaliação funcional revela diminuição da força muscular global e descondicionamento físico.

Considerando as evidências sobre o manejo da fadiga relacionada ao câncer, a conduta fisioterapêutica indicada é
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Paciente do sexo masculino,68 anos, com diagnóstico de câncer de pulmão de células não pequenas em estágio IIIA, está em tratamento quimioterápico neoadjuvante. Durante avaliação fisioterapêutica pré-operatória para ressecção pulmonar programada, apresenta dispneia aos médios esforços (mMRC 2), VEF1 de 65% do previsto, capacidade funcional reduzida (TC6M = 380 metros) e fraqueza muscular periférica. O fisioterapeuta elabora programa de reabilitação préoperatória.

O objetivo principal da pré-habilitação oncológica nesse paciente é
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Paciente do sexo feminino,52 anos, submetida à mastectomia radical modificada à direita com esvaziamento axilar há 3 semanas, para tratamento de carcinoma ductal invasivo. Durante avaliação fisioterapêutica, apresenta limitação da amplitude de movimento, com flexão de 120° e abdução de 100° do ombro direito, além de dor à movimentação e início de aderência cicatricial na região axilar. No momento, não há sinais de linfedema.

Considerando a fase pós-operatória e os princípios da reabilitação oncológica, a conduta fisioterapêutica indicada é