Filtrar


Questões por página:
O acidente vascular cerebral na infância apresenta etiologias e fatores de risco distintos dos observados em adultos, exigindo investigação etiológica abrangente? sistematizada. A causa mais frequente de acidente vascular cerebral isquêmico arterial em crianças entre 1 mês e 18 anos, associada a vasoespasmo e trombose arterial progressiva por arteriopatia inflamatória intracraniana, é:
Na doença de Tay-Sachs, o acúmulo progressivo de gangliosídeo GM2 decorre da deficiência da enzima:
Na adrenoleucodistrofia ligada ao X, a deficiência da proteína ALDP resulta em acúmulo de ácidos graxos de cadeia muito longa devido ao comprometimento da função:
Durante a investigação diagnóstica de um lactente de 8 meses de idade admitido em coma, sem histórico de trauma relatado pelos cuidadores, a tomografia computadorizada de crânio revela múltiplos focos de hemorragia subdural crônica e aguda na convexidade cerebral e hemorragias na substância branca decorrentes de Lesão Axonal Difusa (LAD). O achado subsequente no exame de mapeamento de retina que confirma o diagnóstico de traumatismo cranioencefálico por abuso físico (Síndrome do Bebê Sacudido / Trauma Craniano Não-Acidental) consiste na presença de: 
No manejo do Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave em ambiente de terapia intensiva neuropediátrica, a monitorização e o controle estrito da Pressão Intracraniana (PIC) são pilares terapêuticos fundamentais. Do ponto de vista da fisiopatologia e da hemodinâmica cerebral em crianças, o objetivo principal de manter a PIC sob controle estrito visa assegurar que a Pressão de Perfusão Cerebral (PPC), calculada pela diferença entre a Pressão Arterial Média (PAM) e a PIC, permaneça em valores adequados para evitar a: