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Mulher de 54 anos refere dispneia e tosse há 3 dias, associada a episódio, hoje, de hemoptise. Nega outras queixas. AP: HAS. Exame físico: PA: 135 x 70 mmHg; FC: 110 bpm; FR: 22 irpm; SatO2 91% em ar ambiente; ausculta respiratória com redução do murmúrio vesicular em base de hemitórax direito; edema discreto de membros inferiores bilateralmente. D-dímero: 630 ng/mL.

Com relação ao diagnóstico de TEP, de acordo com a Diretriz da American Heart Association 2026, deve-se
Dentre os escores ultrassonográficos úteis para o desmame ventilatório, aquele que indica aumento na chance de sucesso na extubação é
De acordo com as Orientações Práticas de Ventilação Mecânica de 2024 (AMIB e SBPT), é indicado no desmame ventilatório de pacientes com obesidade:
Homem de 52 anos encontra-se internado em Unidade de Terapia Intensiva por politrauma grave, há 2 dias. Exame físico: em posição prona, peso predito pela altura de 75 kg. Encontra-se em uso de sedação, analgesia e bloqueio neuromuscular com RASS -5, em uso de ventilação mecânica invasiva modo controlado a volume com fluxo em onda quadrada, volume corrente de 300 mL, PEEP 15 cmH2O, pressão de platô 30 cmH2O, pressão de pico 40 cmH2O, FiO2 100% há 8 horas. Radiografia de tórax com infiltrado pulmonar difuso bilateral, sem pneumotórax ou derrame pleural. Gasometria arterial: pH 7,25; pCO2 70 mmHg; pO2 60 mmHg; SatO2 89%.

Nesse caso, a conduta deve ser:
Mulher de 27 anos está internada em Unidade de Terapia Intensiva devido exacerbação grave de asma. Exame físico: peso predito pela altura de 65 kg. Encontra-se em uso de sedação e analgesia com RASS-5 e BPS 3, em ventilação mecânica no modo controlado a volume com fluxo em onda quadrada, volume corrente de 500 mL, tempo inspiratório de 1 segundo, PEEP 5 cmH2O, pressão de platô 20 cmH2O, pressão de pico 40 cmH2O, pressão na via aérea após 2 segundos de pausa expiratória 17 cmH2O.

Sobre a monitorização ventilatória, é correto afirmar que a paciente apresenta