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Um idoso de 78 anos, com histórico de AVC isquêmico há 2 anos e diabetes mellitus tipo 2 descompensada, foi admitido na unidade de terapia intensiva com quadro de febre alta, tosse com expectoração purulenta e dificuldade respiratória progressiva. O quadro clínico evoluiu rapidamente, com instabilidade hemodinâmica e necessidade de suporte ventilatório invasivo. O diagnóstico final foi de pneumonia hospitalar complicada por sepse.
Um paciente de 65 anos, hipertenso e diabético, procurou a unidade básica de saúde apresentando febre persistente, tosse produtiva e dispneia há uma semana. Após avaliação clínica e exames complementares, foi diagnosticado com pneumonia comunitária. O médico prescreveu um antibiótico e orientou sobre repouso e hidratação. O caso ilustra a necessidade de intervenção terapêutica para uma condição clínica específica.
A Lei nº 8.080/1990, que dispõe sobre as condições de participação da iniciativa privada na assistência à saúde, estabelece que esta pode ocorrer de forma complementar. Em quais situações a participação complementar das instituições privadas no Sistema Único de Saúde (SUS) é permitida e qual a sua finalidade principal, de acordo com a legislação?
Durante uma campanha de vacinação em Caxias do Sul, um posto de saúde atendeu um grande número de crianças com febre, tosse e erupções cutâneas. A equipe de saúde precisa identificar a causa provável desses sintomas para orientar as famílias e prevenir a disseminação de possíveis doenças infecciosas na comunidade.
Durante um procedimento cirúrgico em um hospital privado conveniado ao SUS, um membro da equipe de enfermagem sofreu uma lesão com um bisturi. Imediatamente após o incidente, ele seguiu os protocolos de segurança estabelecidos pela Norma Regulamentadora nº 32 (NR-32), que visa proteger os trabalhadores de riscos ocupacionais em serviços de saúde.