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De acordo com Góes e Campos (2014) no capítulo "Aspectos da gramática da Libras" da
obra "Tenho um aluno surdo, e agora?", na história da educação de surdos tem se a figura
do abade Charles Michel de L’Épée que foi um educador filantrópico francês do século XVIII
conhecido como “pai dos surdos”. Os autores afirmam que:
( ) L’Épée se aproximou da comunidade surda de Paris e assim aprendeu a língua de sinais usada pelos surdos franceses.
( ) O abade em questão criou os sinais metódicos para facilitar o ensino do francês escrito aos surdos.
( ) O educador supracitado fundou em 1760 a primeira escola para surdos em Paris.
( ) O filantrópico mencionado treinou inúmeros professores para surdos e publicou um livro sobre os sinais metódicos.
Considerando que (V) é verdadeiro e (F) é falso, a sequência correta é:
( ) L’Épée se aproximou da comunidade surda de Paris e assim aprendeu a língua de sinais usada pelos surdos franceses.
( ) O abade em questão criou os sinais metódicos para facilitar o ensino do francês escrito aos surdos.
( ) O educador supracitado fundou em 1760 a primeira escola para surdos em Paris.
( ) O filantrópico mencionado treinou inúmeros professores para surdos e publicou um livro sobre os sinais metódicos.
Considerando que (V) é verdadeiro e (F) é falso, a sequência correta é:
Góes e Campos (2014) no capítulo "Aspectos da gramática da Libras" da obra "Tenho um
aluno surdo, e agora?", mostram a evolução histórica da educação de surdos no contexto
mundial. De acordo com esses autores é correto afirmar que:
De acordo com Albres (2016), na obra intitulada "Ensino de Libras: aspectos históricos e
sociais para a formação didática de professores", o primeiro curso de formação superior de
professores de Libras no Brasil foi elaborado na modalidade a distância. A autora aponta
que foram mais de quinhentos alunos, na primeira turma. Houve a ampliação para vinte
polos, e logrou mil alunos na segunda turma. Nesse contexto de criação do curso de Letras
Libras no Brasil, é válido afirmar que:
O capítulo III, art. 5º, do Decreto 5626, de 22 de dezembro de 2005, define que a formação
de professores para o ensino de Libras na educação infantil e nos anos iniciais do ensino
fundamental deve ser realizada em curso de Pedagogia ou em curso normal superior. O §
2º desse artigo assegura que as pessoas surdas terão prioridade nos cursos de formação
previstos nesse capítulo. Desta feita, almeja-se que discentes surdos componham as turmas
desses cursos. De acordo com o previsto no decreto em questão, pode-se afirmar que:
O A criação dos cursos de graduação em licenciatura plena em Letras Libras ou Letras
Libras/ Língua Portuguesa como segunda língua foi instituída no capítulo III, art. 4º, do
Decreto 5626, de 22 de dezembro de 2005. O parágrafo único desse artigo assegura que
as pessoas surdas terão prioridade nos cursos de formação previstos nesse capítulo. Assim,
vislumbra-se que os cursos de licenciatura plena em Letras Libras ou Letras Libras/ Língua
Portuguesa como segunda língua tenham discentes surdos. No contexto de ensino de Libras
para os alunos surdos no ensino superior, é pertinente considerar que a metodologia: