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Escolar, sexo feminino, com 6 anos de idade, é levada à consulta pediátrica devido ao aparecimento de desenvolvimento mamário bilateral (Tanner M2) há aproximadamente 3 meses. A mãe também nota um aumento na velocidade de crescimento da filha, nos últimos 6 meses, com a necessidade de troca de vestuário mais frequente. A idade óssea (radiografia de mão e punho esquerdo) está avançada, em 2 anos, em relação à idade cronológica. Exames hormonais basais revelam níveis de estradiol ligeiramente elevados para a idade, com LH e FSH ambos indetectáveis.

Considerando os achados clínicos e laboratoriais, qual a conduta adequada e imperativa para a investigação desse caso?
Um lactente de 18 dias de vida, nascido a termo com 3.200 g e na alta com 3.100 g, é trazido para consulta de rotina. A mãe relata amamentação exclusiva em livre demanda, com o bebê mamando “o tempo todo” e parecendo insatisfeito após as mamadas, com episódios frequentes de choro. O peso atual é de 3.050 g. Ao exame físico, o lactente está ativo e alerta, com boa coloração, sem icterícia e com elasticidade da pele e turgor normais. A mãe, experiente em amamentação com outros filhos, relata conseguir espremer manualmente cerca de 50-60 mL de leite de um único seio, após a mamada, mas está preocupada com a insatisfação do bebê.

Com base nas informações apresentadas, qual a hipótese diagnóstica provável e a conduta inicial para esse caso?
Um lactente de 4 meses de idade, nascido a termo com peso adequado, sem intercorrências e com acompanhamento pré-natal adequado, está em aleitamento materno exclusivo. Na consulta de puericultura, a mãe questiona se há alguma necessidade de suplementação para prevenir anemia, já que ouviu dizer que o leite materno é completo.

Considerando as recomendações atuais da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual a orientação adequada que o pediatra deve fornecer à mãe?
Um lactente de 7 meses, em aleitamento materno exclusivo e com adequado desenvolvimento neuropsicomotor (já senta sem apoio, leva objetos à boca e demonstra grande curiosidade pelos alimentos), é levado à consulta de puericultura para orientação sobre a alimentação complementar. A mãe, com histórico familiar de alergia alimentar (ela própria teve alergia a ovo na infância e o pai do bebê tem alergia a peixe), expressa grande receio em introduzir esses alimentos, temendo uma reação alérgica grave no filho.

Considerando as recomendações atuais para a introdução da alimentação complementar e a “janela de tolerância imunológica”, qual a orientação correta? 
Uma lactente de 12 meses de idade é levada ao pediatra devido a palidez, irritabilidade e dificuldade de ganho de peso. A mãe relata que a alimentação complementar é baseada em papinhas de frutas e mingau, com pouca oferta de carne ou leguminosas. O hemograma atual revela hemoglobina (Hb) de 8,5 g/dL, volume corpuscular médio (VCM) de 68 fL e hemoglobina corpuscular média (HCM) de 22 pg.

Nesse contexto, qual a conduta correta?