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Conforme o Art.18-A do ECA, que estabelece o direito da criança de ser educada sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, a responsabilidade do auxiliar de sala se limita a não praticar tais atos, não sendo sua atribuição comunicar à gestão escolar ou ao Conselho Tutelar suspeitas de que a criança sofra esse tipo de violência em outros contextos.
Ao observar um professor trabalhando com uma criança que está aprendendo a escrever o próprio nome, o papel do auxiliar, à luz do conceito vygotskyano de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), é intervir oferecendo andaimes — como fornecer o traçado pontilhado das letras —, pois essa mediação é fundamental para que ela avance do que consegue fazer com ajuda para o que fará de forma autônoma.
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Situação hipotética: Após uma queda no pátio em que bate a cabeça, uma criança chora, mas logo se acalma e volta a brincar, sem apresentar sinais visíveis de lesão grave. Assertiva: Nesse caso, por a criança ter se recuperado rapidamente, o auxiliar de sala pode apenas confortá-la, não sendo necessário comunicar o ocorrido à gestão da escola ou aos pais, a menos que surjam sintomas posteriores.
A participação do auxiliar de sala no processo de avaliação na educação infantil, conforme preconiza a LDB em seu Art.31, envolve a aplicação de testes formais para medir o progresso cognitivo, cujos resultados são utilizados para decidir sobre a promoção da criança para o Ensino Fundamental.
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Ao auxiliar um aluno diagnosticado com dispraxia, que apresenta dificuldades significativas na coordenação motora fina, como amarrar sapatos, a estratégia mais eficaz a ser adotada pelo auxiliar é realizar a tarefa pela criança, visando otimizar o tempo e garantir a continuidade da rotina da sala.