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Homem de 58 anos apresenta, há 8 meses, fraqueza progressiva em membro superior direito, seguida de atrofia muscular, fasciculações e hiperreflexia ipsilateral, além de hiperreflexia e espasticidade leve em membros inferiores.

O exame neurológico confirma comprometimento motor puro, sem alterações sensitivas ou cognitivas. A eletroneuromiografia revela neuronopatia motora nas regiões bulbar, cervical e lombossacral. Foram excluídas causas alternativas por exames laboratoriais e de imagem.

De acordo com os critérios diagnósticos de Awaji, esse caso preenche os critérios para
Paciente de 42 anos apresenta fraqueza progressiva com predomínio em membros inferiores, com perda de reflexos, disestesia distal e instabilidade de marcha, com evolução de 3 meses.

A eletroneuromiografia mostra polineuropatia desmielinizante com baixa dispersão temporal. O líquor revela proteinorraquia discretamente aumentada (60 mg/dL), com poucas células. Sorologia revela autoanticorpos contra neurofascina-155 (NF155). Após ciclo de imunoglobulina intravenosa (IGIV), o paciente mantém piora progressiva.

A equipe discute mudança terapêutica. Das condutas abaixo, a mais apropriada nesse cenário é
Homem de 58 anos apresenta fraqueza progressiva simétrica em membros inferiores e superiores, associada a parestesias e perda de reflexos, com evolução ao longo de 3 meses.

A eletroneuromiografia evidencia polineuropatia sensitivomotora com sinais de desmielinização difusa. O líquor mostra dissociação albumino-citológica. Ao exame, marcha instável e força grau 3 nos quatro membros. Nega crises agudas ou piora súbita. O diagnóstico de polineuropatia desmielinizante crônica (CIDP) é considerado.

A conduta terapêutica inicial mais apropriada nesse caso é
Mulher de 38 anos com miastenia gravis autoimune (anti-AChR positiva) apresenta fraqueza generalizada com oscilação ao longo do dia, além de ptose e fadiga muscular aos esforços. Está em uso de piridostigmina 60 mg de 4/4h, com benefício parcial.

Exame neurológico mostra força grau 4 proximal em membros superiores e inferiores, reflexos normais e sem sinais bulbares graves. A equipe opta por introduzir corticoterapia.

Sobre a conduta imunossupressora mais adequada nesse caso, é
Homem de 50 anos, com miastenia gravis generalizada autoimune (anti-AChR+), apresenta quadro estável com uso de piridostigmina e prednisona 20 mg/dia. Contudo, nas últimas tentativas de redução do corticosteroide, evoluiu com piora progressiva da fraqueza muscular.

Relata ganho de peso, hipertensão arterial e hiperglicemia. Exame físico: força grau 4 em membros superiores e inferiores, com estabilidade clínica fora das crises. A equipe decide iniciar imunossupressor para controle de longo prazo e possível retirada do corticoide.

A opção mais apropriada nesse caso é