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A escala de desfecho utilizada em muitos estudos cranioencefálicos agudos é a Glasgow Outcome Scale-Extended (GOS). Essa escala tem sido usada para correlacionar a medida da gravidade da lesão inicial e o desfecho 6 meses após a lesão.

Pela escala GOS, um paciente que se encontra em estágio vegetativo, sem nenhuma função cortical cerebral que possa ser julgada pelo comportamento (incapaz de seguir comandos simples ou comunicar-se), encontra-se no estágio 
A Teoria das Comportas da Dor, proposta por Melzack e Wall em 1965, sugere que a transmissão do sinal de dor para o cérebro não é direta, mas modulada por uma “comporta” localizada na medula espinhal. Essa comporta funciona como um filtro em que diferentes tipos de fibras nervosas competem para enviar informações sensoriais, incluindo sinais de dor ao cérebro.

O(s) tipo(s) de estimulação transcutânea (TENS) que se baseia(m) nesse princípio e que visa(m) principalmente as fibras A-Beta, utilizando a alta frequência e baixa intensidade, denomina(m)-se

Criança do sexo masculino, 5 anos, é levada ao pronto atendimento por vizinhos após ser encontrada sozinha em casa, chorando, trancada e sem supervisão adulta. Relata que costuma ficar sozinho por horas, sem saber onde estão seus pais. Apresenta vestimentas inadequadas, sinais de higiene precária, baixo peso e relato de alimentação irregular.


Ao exame, está em bom estado geral, mas com sinais de desnutrição leve e atraso no desenvolvimento da linguagem. Não há sinais de agressão física.


Com base no caso e na legislação brasileira, a conduta mais adequada é 

Escolar do sexo feminino, 11 anos, previamente hígida, apresenta queixas de febre vespertina, fadiga, perda de peso, dor articular em joelhos e punhos, além de lesões eritematosas em região malar que poupam o sulco nasolabial. Ao exame físico, apresenta-se pálida, com pressão arterial de 130/90 mmHg, hepatomegalia discreta e edema de membros inferiores. Exames laboratoriais revelam: Hb 9,2 g/dL, leucócitos 2.800/mm³, plaquetas 110.000/mm³, urina 1 com proteinúria 3+ e hematúria microscópica. Função renal: ureia 52 mg/dL, creatinina 1,3 mg/dL. FAN positivo (1:640, padrão nuclear pontilhado fino), antiDNA nativo positivo, C3 e C4 reduzidos.


Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada.

Adolescente do sexo masculino, 14 anos, comparece à consulta para avaliação de rotina. É nadador competitivo, treinando 2 horas por dia, 6 dias por semana. Apresenta medidas antropométricas dentro da normalidade (IMC: 20 kg/m², estágio puberal G4P4). Refere dieta variada e aumento recente do gasto energético devido à intensificação dos treinos. Ele e seus pais questionam sobre a necessidade de uso de suplementos proteicos e vitaminas para “melhorar o desempenho” e “evitar fadiga”. O recordatório alimentar revela: Ingestão proteica de 1,6 g/kg/dia, calorias adequadas para idade e nível de atividade, nenhum sinal clínico de carência nutricional, exames laboratoriais normais (hemograma, ferritina, vitamina D, B12).


A conduta mais apropriada em relação à suplementação nutricional nesse caso é