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Acerca das teorias geográficas, julgue o item a seguir.
Para David Harvey, no livro A condição pós‑moderna (1989), a pós‑modernidade deve ser entendida não como ruptura completa com a modernidade, mas como uma condição histórica marcada pela compressão espaço‑temporal, pela acumulação flexível e pela fragmentação cultural, que reconfiguram práticas sociais, econômicas e culturais sem eliminar a lógica fundamental do capitalismo.
Para David Harvey, no livro A condição pós‑moderna (1989), a pós‑modernidade deve ser entendida não como ruptura completa com a modernidade, mas como uma condição histórica marcada pela compressão espaço‑temporal, pela acumulação flexível e pela fragmentação cultural, que reconfiguram práticas sociais, econômicas e culturais sem eliminar a lógica fundamental do capitalismo.
Acerca das teorias geográficas, julgue o item a seguir.
Para David Harvey, no livro O novo imperialismo (2004), a acumulação por espoliação constitui‑se como um mecanismo central de reprodução do capitalismo contemporâneo, marcado pela apropriação de ativos existentes – como privatizações, mercantilização da natureza, exploração de dívidas e financeirização –, que se intensifica em contextos de sobreacumulação e crises sistêmicas, funcionando de forma complementar à acumulação pela reprodução ampliada.
Para David Harvey, no livro O novo imperialismo (2004), a acumulação por espoliação constitui‑se como um mecanismo central de reprodução do capitalismo contemporâneo, marcado pela apropriação de ativos existentes – como privatizações, mercantilização da natureza, exploração de dívidas e financeirização –, que se intensifica em contextos de sobreacumulação e crises sistêmicas, funcionando de forma complementar à acumulação pela reprodução ampliada.
Acerca das teorias geográficas, julgue o item a seguir.
Para Milton Santos, no livro Pensando o Espaço do Homem (2004), ao definir o espaço como uma acumulação desigual de tempos, compreende‑se que não se trata de uma justaposição linear de camadas históricas homogêneas, mas da coexistência de objetos geográficos que cristalizam práticas sociais de diferentes épocas, articulados em sistemas atuais de ação que conferem novos usos e significados às formas herdadas.
Para Milton Santos, no livro Pensando o Espaço do Homem (2004), ao definir o espaço como uma acumulação desigual de tempos, compreende‑se que não se trata de uma justaposição linear de camadas históricas homogêneas, mas da coexistência de objetos geográficos que cristalizam práticas sociais de diferentes épocas, articulados em sistemas atuais de ação que conferem novos usos e significados às formas herdadas.
Acerca das teorias geográficas, julgue o item a seguir.
Para Milton Santos, no livro A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo. Razão e Emoção (1996), o meio técnico‑científico‑informacional constitui‑se como um estágio histórico do espaço geográfico que se realiza quando há homogeneização plena das técnicas, permitindo que todos os lugares incorporem de forma igualitária os objetos e sistemas informacionais, com diferenciações de intensidade ou seletividade.
A respeito dos conceitos de poder, territorialidade, paisagem e lugar, julgue o item a seguir.
Segundo Carlos Walter Porto Gonçalves no texto Da geografia às geo‑grafias: um mundo em busca de novas territorialidades (2002), foi com o Tratado de Westfália, no ano de 1648, que ocorreu uma reordenação jurídica internacional que mudaria radicalmente, com a inundação de metais preciosos que fez explodir a ordem mercantil pelo mundo com a exploração da natureza – ouro, prata, especiarias várias, assim como o açúcar entre outras matérias –, sustentada pela servidão indígena e pela escravidão de negros oriundos da América, da África e da Ásia.
Segundo Carlos Walter Porto Gonçalves no texto Da geografia às geo‑grafias: um mundo em busca de novas territorialidades (2002), foi com o Tratado de Westfália, no ano de 1648, que ocorreu uma reordenação jurídica internacional que mudaria radicalmente, com a inundação de metais preciosos que fez explodir a ordem mercantil pelo mundo com a exploração da natureza – ouro, prata, especiarias várias, assim como o açúcar entre outras matérias –, sustentada pela servidão indígena e pela escravidão de negros oriundos da América, da África e da Ásia.