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Analise as proposições a seguir:
I- Para o pensamento hegeliano, o processo dialético situa-se na matéria, erradicando toda a concepção de um mundo marcado pelo idealismo, pelo espírito. II- Tendo como referência a Escola Inglesa do Marxismo, compreende-se que o mundo da cultura passa a ser analisado como parte integrante do modo de produção gerando a afirmação de Edward Thompson de que “sem cultura, não há produção”. III- Com Thompson e outros historiadores da Escola Inglesa do Marxismo, a classe social, solidifica-se como estrutura, algo estático distanciando-se de noções de identidade.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
“A Colônia se diversificava. As formas de ocupação que haviam garantido a presença portuguesa entre os séculos XVI e XVII, ou seja, o latifúndio e a monocultura, passaram a conviver crescentemente com outras atividades econômicas.” (Del priore, Mary. Venâncio, Renato. Uma breve história do Brasil. São Paulo. Planeta.2010. p.135).
Avalie as proposições a seguir, considerando a realidade sócio-economica da América portuguesa.
I- A vida urbana trouxe para a cena vários atores, entre eles os ciganos. Só não há registro, neste espaço, de artesãos, devido à proibição da metrópole da colônia ter sua própria produção.
II- Um intricado mundo de comerciantes dominava as várias áreas da América portuguesa. Sua imensidão territorial gerou, contudo, o aparecimento de comerciantes volantes, gente acostumada a percorrer grandes distâncias levando seus produtos em uma ou outra direção. A maioria branca, nascida no Brasil.
III- Em Salvador, no início do século XIX, um dado digno de registro é que não há na capital baiana a presença de indigentes mendigando em suas ruas devido a ser um centro administrativo onde centralizava recursos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
“Além de suas renovadoras críticas à racionalidade moderna, ao autoritarismo e ao totalitarismo político (inclusive a vertente stalinista da época) os temas privilegiados (...) e que interessam mais propriamente a uma História Cultural voltam-se para a cultura de massas, para o papel da ciência e da tecnologia na sociedade moderna, para a família e a sexualidade. Aparece ainda um especial interesse pelos problemas relacionados à alienação, à perda de autonomia do sujeito na sociedade industrializada.” (Barros, José D'Assunção. O campo da história: especialidades e abordagens. Petrópolis. Vozes 2004. P.71)
Estamos falando da tendência do Materialismo Histórico que propôs uma radical renovação do marxismo e que incorporou diálogos com a Psicanálise e com as teorias da Comunicação. Este grupo de intelectuais que muito contribuiu para um tratamento mais diversificado da cultura é a:
“A Alemanha produziu a filosofia da história e seu antídoto: Hegel e Ranke são respectivamente, os maiores representantes da filosofia da história e da história cientifica.” (Reis, José Carlos. A História entre a filosofia e a ciência. São Paulo. Ática.1996. p.11)
Tendo como premissa as concepções sobre história no século XIX, analise as proposições a seguir.
I- A história, para Ranke, era o reino do Espírito, que se manifestava de forma individual. Há uma ligação entre individualidades particulares – os indivíduos – e individualidade coletivas – nações e épocas: uma harmonia, uma individualidade integral, que não é estática, mas trabalhada por tendências que lhe dão sentido.
II- A escola histórica científica alemã é iluminista. Não é o espírito que produz a história, mas o povo nação e os seus líderes instalados no Estado. O iluminismo que sustentará esta historiografia será aquele evolucionista, progressista e gradualista.
III- Dilthey comunga fortemente com o pensamento rankeano e afirma que a objetividade histórica é sempre possível desde que se pratique o método erudito do apego aos fatos objetivos.
É CORRETO o que se afirma apenas em: