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Laura,12 anos, cheia de curiosidade e vontade de aprender, cega desde o nascimento, frequentava uma escola regular sem acesso à tecnologia assistiva ou apoio adequado. Na sala de aula, Laura sentava-se em sua carteira, muitas vezes isolada das atividades que estavam acontecendo ao seu redor. Seus livros didáticos eram simplesmente em Braile, sem recursos adicionais como áudio ou softwares de leitura de tela. Ela dependia, exclusivamente, de sua memória auditiva e da ajuda ocasional de colegas para entender o conteúdo. Os professores, sobrecarregados e sem treinamento adequado em educação inclusiva, raramente encontravam tempo para adaptar as atividades para atender às necessidades de Laura. Além disso, a escola não disponibilizava materiais educativos adaptados, como mapas táteis ou modelos em relevo, tornando ainda mais difícil para Laura compreender conceitos abstratos ou geográficos. Após as ações que culminaram no atendimento adequado às especificidades do caso de Laura, a situação mudou proporcionando um desenvolvimento satisfatório e com a equidade necessária. Os agentes da mudança se apoiaram em orientações expressas no ECA, que preveem que:
Na escola, é comum encontrar uma variedade de expressões religiosas entre os alunos, professores e funcionários. Essa diversidade reflete a pluralidade cultural e religiosa da sociedade em que estamos inseridos. Por meio de diálogos respeitosos e práticas inclusivas, a escola promove um ambiente onde diferentes religiosidades coexistem pacificamente, contribuindo para a formação de cidadãos tolerantes e conscientes da importância do respeito às diferenças religiosas. Neste contexto, o estudante, regularmente matriculado em uma instituição de ensino pública ou privada, que necessite se ausentar de uma prova agendada para um dia em que sua religião proíbe a realização de tais atividades, deve usufruir de alguns direitos referendados pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394/1996. O direito estudantil a que se refere esta situação é o de:
Existe uma espécie de taxionomia integrada para a percepção curricular, didática e pedagógica, que caracteriza três planos de aprendizagem: a disciplina no nível curricular; a interdisciplinaridade no nível didático; e, a transdisciplinaridade no nível pedagógico. Se a disciplina se refere aos conteúdos de aprendizagem de cada uma das matérias do currículo, para além dos programas de estudos, a interdisciplinaridade, em seu sentido restrito, corresponde a uma interseção estrutural da diversidade de conhecimentos ensinados, e se situa no plano didático, tanto que a transdisciplina engloba o conteúdo das matérias e o princípio da organização do pensamento, ela os ultrapassa no que tange à globalidade do aprendiz na interação contextualizada de um funcionamento comportamental expressivo, às vezes cognitivo, socioafetivo e psicomotor, diretamente fixado sobre a realidade. Podemos dizer que a interdisciplinaridade, no nível didático, EXCETO:

No contexto do ensino de Ciências Naturais, os PCNs propõem objetivos gerais que visam estruturar o aprendizado de forma que os estudantes, ao concluírem o ensino fundamental, tenham adquirido algumas capacidades específicas. Considerando o exposto, analise as capacidades descritas a seguir.


I. Entender a natureza como um sistema em constante mudança e reconhecer o ser humano, em seu contexto social, como um elemento ativo capaz de alterar o ambiente em que habita, mantendo uma interação fundamental com outros seres vivos e elementos naturais.


II. Reconhecer a interconexão entre o avanço científico, o desenvolvimento tecnológico e o impacto na qualidade de vida, além de entender a tecnologia como uma ferramenta para atender às necessidades humanas, avaliando criticamente seus benefícios e riscos.


III. Aplicar conhecimentos fundamentais da ciência para entender e explorar as propriedades e comportamentos da energia e matéria, as mudanças que ocorrem no universo, a dinâmica de sistemas, a manutenção do equilíbrio e os princípios que regem a vida.


IV. Conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida, e agir com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva.


Sobre as capacidades não previstas, está correto o que se afirma apenas em

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Sobre o disposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) em Ciências Naturais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) É papel do discente criar oportunidades de contato direto de seus docentes com fenômenos naturais e artefatos tecnológicos, em atividades de observação e experimentação, nas quais fatos e ideias interagem para resolver questões problematizadoras, estudando suas relações e suas transformações, impostas ou não pelo ser humano.


( ) A experimentação, sem uma atitude investigativa mais ampla, não garante a aprendizagem dos conhecimentos científicos.


( ) A avaliação é um elemento do processo de ensino e aprendizagem que deve ser considerado em direta associação com os demais. Ela informa ao professor o que foi aprendido pelo estudante; informa ao estudante quais são seus avanços, dificuldades e possibilidades; encaminha o professor para a reflexão sobre a eficácia de sua prática educativa e, desse modo, orienta o ajuste de sua intervenção pedagógica para que o estudante aprenda.


A sequência está correta em