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A pilha de Zinco/Óxido de Manganês pode ser representada pelas reações abaixo. A reação no ânodo será de formação de cloreto de zinco e liberação de um elétron:
Zn + 2 Cl− → ZnCl2 + 2 e−
A reação no cátodo produz hidróxido de zinco e óxido de manganês (3+):
2 MnO2 + ZnCl2 + H2O + 2 e− → Mn2O3 + Zn(OH)2 + 2 Cl−
A reação geral simplificada da pilha vai ser: Zn + 2 MnO2 + H2O → Mn2O3 + Zn(OH)2
Essas pilhas alcalinas fornecem um ddp de cerca de 1,5 volts, e como todas as pilhas, tendem a sofrer com a autodescarga e com reações de deterioração. Mesmo ficando sem uso, sua capacidade vai se degradando aos poucos, pois a placa de zinco na pilha vai sendo corroída com o tempo e ocorrem vazamentos que colocam os eletrólitos em contato. Esses processos de auto degradação são acelerados quando as pilhas são submetidas a temperaturas mais altas. Nesse tipo de pilha, cerca de 0,08% de sua capacidade é perdida a cada dia sob uma temperatura de 20 °C (ou seja, em 2 meses, sem usar a pilha, sua capacidade terá chegado a cerca de 94,5% do valor original). Essa degradação é fortemente acelerada, podendo chegar a 0,6% quando a temperatura ambiente é de 45 °C (em 2 meses, sem usar a pilha, sua capacidade terá chegado a cerca de 69,7% do valor original) reduzindo importantemente a vida útil da pilha. Assim, mesmo sem estarem em uso, pilhas AAA alcalinas têm uma capacidade de armazenamento inicial que vai caindo mais ou menos rapidamente, a partir dos valores iniciais de 1250 miliamp.hora ou 1.87 watts.hora. Por conta disso, os fabricantes de pilhas recomendavam guardá-las sob refrigeração enquanto não estivessem em uso, (sempre protegidas em sacos plásticos para não entrarem em contato com alimentos). O barateamento desse tipo de pilha no mundo fez mudar tais recomendações, mas seus princípios seguem válidos. Dessa maneira, a refrigeração faria as pilhas serem melhor preservadas em sua capacidade, até o momento do uso. Segundo a equação de Arrhenius:
K = A.e -Ea /RT

Onde:
K é a constante de velocidade de uma reação química; A é o chamado fator pré-exponencial; Ea é a Energia de ativação da reação; T é a Temperatura em °K .
Com base na equação acima, é correto afirmar que
Sabe-se que os aparelhos de espectrofotometria leem sempre uma diferença entre a fonte de luz sem a amostra e a luz que a atravessa. Nesse comparativo, a grandeza física realmente mediada é a transmitância, não a absorbância. Na prática, utiliza-se mais os valores de absorbância. Felizmente, a conversão entre as duas grandezas exige apenas o seguinte cálculo matemático:
Absorbância = log (1/Transmitância)
Foram feitas duas leituras de Transmitância (T1 e T2), de amostras distintas. As absorbâncias, nesse caso, indicam a presença de um contaminante (chumbo) na solução. Quanto mais concentrada em íons chumbo (2+) na solução, mais intensa é sua absorbância.
Os valores encontrados para as leituras de transmitâncias, foram os listados abaixo.
T1 = 0,1 T2 = 1,0
Para expressar esses valores nas suas respectivas Absorbâncias (A1 e A2), assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os valores equivalentes e quais seriam as amostras contaminadas com sal de chumbo.
A medida do pH é um controle importante para garantir a qualidade da água e permitir o funcionamento adequado das caldeiras e seus sistemas e tubulações. Portanto, se faz necessária a instalação de um sensor de pH no conjunto gerador de vapor. Com esse objetivo, é correto afirmar que o sensor de pH deve ser instalado
Os gases fluorocarbonetos e seus derivados (onde pode haver também outros átomos, como hidrogênio ou cloro) foram sintetizados a partir da década de 1930 pelo cientista Thomas Midgely Jr. e logo surpreenderam por sua baixa reatividade química. As ligações entre carbono e flúor são tão fortes, que esses compostos ignoram quase que completamente o ataque químico da maioria das moléculas, só reagindo com aquelas extremamente oxidantes. Essa inércia química, mesmo à quente, associada ao fato de serem inodoros e incolores, fez com que fossem usados como expansores na fabricação de polímeros orgânicos e, também, como gases propulsores de aerossóis. Outra propriedade dos fluorocarbonetos nasce da baixa interação entre as suas próprias moléculas, o que diminui seus pontos de fusão e ebulição quando comparados a moléculas de hidrocarbonetos com estruturas similares. Isso confere a elas excelentes propriedades criogênicas, o que tornou os fluorocarbonetos ideais para serem usados nos motores de refrigeração (nos ciclos de compressão, expansão, evaporação e condensação). Observando a condutividade térmica do gás Tetra-Flúor-Metano (CF4, nome comercial FREON 14), ele apresenta um valor de 4,06 (Kgás / cal / cm . K . s), tendo sido usado como gás de refrigeradores, material de isolamento térmico em janelas de vidro, propulsor de aerossóis e outras aplicações por décadas. Atualmente ele quase não é mais usado nessas aplicações, tendo sido paulatinamente substituído inicialmente por moléculas de Cloro-Fluor-Carboneto e mais recentemente essas também foram substituídas por algumas moléculas menos eficientes nas características de isolamento e refrigeração, além do que, os novos refrigerantes são muitas vezes inflamáveis, como o Isobutano. Sobre o assunto, é correto afirmar que o CF4 perdeu seu lugar de destaque tanto na refrigeração como no isolamento térmico porque
O pH adequado para operação da caldeira fica nas faixas ligeiramente alcalinas. Isso faz com que haja maior controle contra a corrosão, pois o pH alcalino faz surgir uma película de óxido nas superfícies dos tubos e da caldeira, o que protege o metal base da corrosão. O controle do pH envolve a dosagem de hidróxido de sódio (proteção contra a corrosão) e sais de fosfato de sódio (proteção contra incrustações). As quantidades de reposição são cuidadosamente controladas a partir de análises frequentes. Essas análises e reposições de insumos, formam a base da operação saudável de uma caldeira. Existe uma norma dedicada ao controle e manutenção de caldeiras e equipamentos correlacionados: NR 13 (Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Caldeiras, Vasos de Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento). Muitas caldeiras têm problemas em sua operação ou mesmo tem sua vida útil reduzida por conta da superdosagem de produtos. Isso acontece quando não são feitas as análises frequentes e se completa a dosagem de insumos de maneira não calculada. Por exemplo, o excesso de sais solúveis (fosfatos, mantidos entre 30 e 50 ppm) cria altas forças iônicas, que podem forçar a alguns sais a se cristalizarem nas paredes internas da caldeira ou da tubulação, reforçando os problemas de incrustações. Também pode haver corrosão salina, corroendo as superfícies metálicas internas. Essa corrosão pode ser agravada pelas altas temperaturas e pressões de trabalho. O alcalinizante deve estar dosificado entre 200 ppm (para evitar corrosão ácida) e 700 ppm, para evitar problemas. Assim, a respeito dos principais problemas que podem vir dessa superdosagem de alcalinizante na caldeira pode-se citar que pode causar
I. espumação na caldeira.
II. fragilização da superfície e de aço.
III. formação de depósitos de limo cáustico que diminuem a eficiência térmica do sistema.
É correto o que se afirma em