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Leia o caso a seguir.
Em uma avaliação farmacoeconômica, duas alternativas terapêuticas para o tratamento de uma doença crônica foram comparadas no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS).
• Tratamento A: custo médio anual de R$ 10.000 por paciente e efetividade de 4 anos de vida ajustados pela qualidade (QALY).
• Tratamento B: custo médio anual de R$ 14.000 por paciente e efetividade de 5 QALY.
Com base nesses dados, a razão incremental de custoefetividade (ICER) do tratamento B em relação ao tratamento A corresponde a
Em uma avaliação farmacoeconômica, duas alternativas terapêuticas para o tratamento de uma doença crônica foram comparadas no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS).
• Tratamento A: custo médio anual de R$ 10.000 por paciente e efetividade de 4 anos de vida ajustados pela qualidade (QALY).
• Tratamento B: custo médio anual de R$ 14.000 por paciente e efetividade de 5 QALY.
Com base nesses dados, a razão incremental de custoefetividade (ICER) do tratamento B em relação ao tratamento A corresponde a
Leia o caso a seguir.
Em um hospital de alta complexidade, a farmácia hospitalar é responsável por atividades que geram resíduos com diferentes níveis de risco, incluindo resíduos químicos provenientes da manipulação de medicamentos quimioterápicos. A revisão do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) considera a necessidade de adequação às normas sanitárias vigentes e à proteção da saúde do trabalhador e do meio ambiente.
Nesse contexto, a organização do gerenciamento desses resíduos caracteriza-se por
Em um hospital de alta complexidade, a farmácia hospitalar é responsável por atividades que geram resíduos com diferentes níveis de risco, incluindo resíduos químicos provenientes da manipulação de medicamentos quimioterápicos. A revisão do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) considera a necessidade de adequação às normas sanitárias vigentes e à proteção da saúde do trabalhador e do meio ambiente.
Nesse contexto, a organização do gerenciamento desses resíduos caracteriza-se por
Leia o caso a seguir.
Em um hospital geral, a farmácia hospitalar realiza o fracionamento de medicamentos sólidos orais para atendimento às unidades de internação. A atividade é executada na área de estoques da farmácia, com presença do farmacêutico responsável técnico, utilização de equipamentos dedicados e identificação do medicamento fracionado com nome, dose, data de validade e lote. Todo procedimento é orientado por um infográfico anexado na parede e as ordens de fracionamento são arquivadas após assinatura do farmacêutico e liberação do medicamento para consumo.
Considerando as exigências sanitárias aplicáveis às atividades da farmácia hospitalar, a análise dessa situação indica que o serviço
Em um hospital geral, a farmácia hospitalar realiza o fracionamento de medicamentos sólidos orais para atendimento às unidades de internação. A atividade é executada na área de estoques da farmácia, com presença do farmacêutico responsável técnico, utilização de equipamentos dedicados e identificação do medicamento fracionado com nome, dose, data de validade e lote. Todo procedimento é orientado por um infográfico anexado na parede e as ordens de fracionamento são arquivadas após assinatura do farmacêutico e liberação do medicamento para consumo.
Considerando as exigências sanitárias aplicáveis às atividades da farmácia hospitalar, a análise dessa situação indica que o serviço
Leia o caso a seguir.
No processo de incorporação de um medicamento inovador para o tratamento de um tipo de câncer, a avaliação realizada no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) identifica benefício clínico potencial, porém com incertezas relevantes quanto à efetividade no mundo real e ao impacto orçamentário. Paralelamente, observa-se aumento de demandas judiciais para acesso à tecnologia. Diante desse cenário, discute-se a adoção de acordos de compartilhamento de risco (risk-sharing) como estratégia de gestão da incorporação.
Considerando os fundamentos da farmacoeconomia e da avaliação de tecnologias em saúde, a utilização desses acordos se justifica por permitir
No processo de incorporação de um medicamento inovador para o tratamento de um tipo de câncer, a avaliação realizada no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) identifica benefício clínico potencial, porém com incertezas relevantes quanto à efetividade no mundo real e ao impacto orçamentário. Paralelamente, observa-se aumento de demandas judiciais para acesso à tecnologia. Diante desse cenário, discute-se a adoção de acordos de compartilhamento de risco (risk-sharing) como estratégia de gestão da incorporação.
Considerando os fundamentos da farmacoeconomia e da avaliação de tecnologias em saúde, a utilização desses acordos se justifica por permitir
Leia o texto a seguir.
Em um hospital público de alta complexidade, o serviço de farmácia identifica aumento de eventos adversos relacionados a medicamentos em pacientes internados, especialmente após transferências entre unidades (UTI–enfermaria) e na alta hospitalar. A análise preliminar revela prescrições divergentes em relação ao histórico farmacoterapêutico prévio, duplicidades terapêuticas e omissões de medicamentos de uso contínuo.
Considerando a organização das atividades da farmácia clínica hospitalar e as estratégias reconhecidas para promoção da segurança do paciente, a intervenção que melhor responde a esse problema é a implementação sistemática de
Em um hospital público de alta complexidade, o serviço de farmácia identifica aumento de eventos adversos relacionados a medicamentos em pacientes internados, especialmente após transferências entre unidades (UTI–enfermaria) e na alta hospitalar. A análise preliminar revela prescrições divergentes em relação ao histórico farmacoterapêutico prévio, duplicidades terapêuticas e omissões de medicamentos de uso contínuo.
Considerando a organização das atividades da farmácia clínica hospitalar e as estratégias reconhecidas para promoção da segurança do paciente, a intervenção que melhor responde a esse problema é a implementação sistemática de